Vereador sinaliza que pode não votar pela manutenção do acordo existente na Câmara

A Sessão Ordinária desta terça-feira trouxe indicativos de que em determinado momento a eleição para a presidência da Mesa Diretora pode não seguir àquela lista definida no início dessa 20ª Legislatura.

Ao usar a tribuna, Ademir Bonomi (MDB) inicialmente saiu em defesa da Secretaria de Saúde, reiterando que em caso de reclamações os munícipes devem levá-las aos profissionais da pasta.

Em seguida, “Datcho” afirmou que a alegação de que os cinquenta por cento financiados do Programa Estrada Boa Rural, ficarão para um próximo Governo Municipal pagar, não compromete em nada essa oportunidade de levar pavimentações para o interior do município.

O edil afirmou que a atual administração está pagando sem reclamar parcelas do financiamento contraído junto ao FINISA pelo governo anterior.

Neste momento um vereador do Progressistas discordou da comparação usando palavras duras.

Em resposta, Ademir pontuou que o eleito pelo PP de Urussanga pode procurá-lo em breve para solicitar o voto visando presidir a Casa.

Embora o acordo firmado no início de 2025 entre MDB e PP tenha funcionado nestes primeiros dois anos — definindo o comando das Sessões Legislativas e das Assessorias Jurídica e de Imprensa —, o tratado já dá sinais de que não terá continuidade. Essa ruptura abre espaço para a articulação do União Brasil e do PSD.

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Paulo Donizete Matias