Faltando menos de oito meses para as eleições municipais, e diferentemente da maioria dos municípios da região, a maior parte dos entes políticos e por consequência seus partidos, tentam em Urussanga a inusitada política em segredo.
Com praticamente uma única exceção, os mistérios vão desde as difíceis de montar nominatas para vereador até as mais corriqueiras reuniões moldadas pelo sistema, sem foto, sem vídeo e sem áudio.

O provável é que com essa conjuntura aqueles que por alguma posição estiverem em evidência venham a se beneficiar, com a ressalva do termo quase que proibido de ser pronunciado, “reeleição”.
Da mesma forma em tempos de comunicação como principal ferramenta, e com períodos de campanha efetiva reduzidos, pode acontecer de pretendentes aos cargos ou siglas, não conseguirem chegar aos eleitores em tempo hábil.
A postura dos cidadãos, seu senso crítico refinado em outubro de 2018 e principalmente a disponibilidade de um local acessível e interligado como as redes sociais para a exposição de opiniões pode ser parte da explicação para tal realidade.