Na região da AMREC em que estamos inseridos e não poderia ser diferente no nosso município, mesmo em meio as limitações e incertezas trazidas pela pandemia, os partidos, entes políticos e pré-candidatos já apresentados ou não, estão conduzindo a pré-campanha como podem, e se servindo de cenários não tão surpreendentes.
Filiações reveladoras, disputas dentro de partidos, especulações sobre nomes e as habituais práticas do período estão acontecendo, porque os sinais são de que a eleição deve ser realizada este ano, sendo no máximo adiada por semanas ou meses, caso seja inevitável.
Os pré-candidatos a vereador que estão chegando para disputa pela primeira vez tem a seu favor o discurso da renovação, mas ao mesmo tempo o empecilho de fazer conhecer.
Na majoritária os nomes que já se apresentaram devem ter feito a análise sobre a realidade que terão que enfrentar no pós pandemia, com a economia abalada junto com grande apelo da população pelo apoio dos governos, o qual sempre começa nas prefeituras. No entanto, pelo que se vê, os dispostos, não se intimidaram com isso e seguem querendo permanecer ou chegar aos Paços.
Nunca foi tão necessário encontrar formas de entrar em contato com o eleitor, bem como os votantes nunca precisaram avaliar tanto os que terão a responsabilidade de recomeçar a condução de legislativos e executivos municipais depois que tudo isso passar.
Em meio a esses dois extremos a pré-campanha não tem outro caminho senão os meios de comunicação e a tecnologia, com destaque para as inúmeras ferramentas da internet, a qual vai exigir profissionalismo na atuação.
Se teremos uma eleição que não contará com participação de um percentual tão expressivo dos munícipes, nesta irão os ainda existentes partidários, os que forem provocados pela comunicação e os sempre atuantes formadores de opinião.
Inquestionável é o fato de que agora a pré-campanha está acontecendo, admitam ou não. E na verdade se faz necessária porque os futuros eleitos é que irão representar os que votarem ou não, nas não simples decisões futuras.
Sem política não existe a gestão do que é público.
