PP fecha questão: Se vereadores votarem a favor da Comissão Processante podem perder o mandato
A Executiva do Partido Progressista (PP) de Urussanga, distribuiu nota neste terça-feira (21), onde reafirma que repudia qualquer tipo de irregularidade e ilegalidade no trato com o dinheiro público, bem como, confia fielmente na justiça.E destaca que a agremiação também repudia qualquer prejulgamento até que haja uma condenação judicial final acerca dos fatos investigados. Comunica que essa Executiva por unanimidade dos presentes, definiu, mais precisamente, “fechou questão”, que os vereadores do partido votem contrários a abertura de qualquer Comissão de Investigação ou Processante, contra a administração do prefeito, Gustavao Cancellier. Segundo a nota, essa decisão tem como justificativa, além de outros motivos, o fato de desrespeitar a vontade popular das urnas. Ainda nesta afirma, que por convicção a referida Executiva entende que é preciso confiar no Poder Judiciário a legitimidade da tomada das decisões acerca dos fatos que envolvem Gustavo. E Informa que os vereadores dos Progressistas já foram comunicados desta decisão, acentuando que no caso do não cumprimento de tal determinação por parte dos membros da bancada, estes poderão sofrer sanções, inclusive de perda de mandato se assim o partido entender necessário. Quem encaminhou o descrito documento e tem conduzido as reuniões do partido foi a vice-presidente, Joariza De Bona Sartor Amaral. O presidente, contatado recentemente, não respondeu.
Dias de expectativas e uma conclusão para Urussanga
Esta semana pode reunir a atenção dos urussanguenses em dois temas decorrentes da inédita Operação Benedetta. Ela começa com os olhares voltados para a Câmara Municipal e a possibilidade de instalação da Comissão do Processante que pode ter como desfecho a cassação do prefeito afastado e agora indiciado.E deve terminar com a definição sobre o pedido de revogação das cautelares em decisão colegiada no TRF4, o que pode resultar no retorno de Gustavo Cancellier (PP) ao cargo. Justiça e política caminhando no mesmo corredor, o que não era para acontecer, e só não é pior porque a gestão, segue sendo feita desde de 20 de maio, pelo até então vice-prefeito, Jair Nandi (PSD), que em meio a esse momento desagradável para o município, se destaca como um mandatário competente, dinâmico e transparente nas suas ações.
PSDB confirma voto em favor da Comissão Processante com acesso ao inquérito

Na noite desta sexta-feira (17), foram os Tucanos locais que se reuniram, como tem feito as demais siglas do município nos últimos dias. Segundo o presidente do partido Alex Paul, no encontro de ontem, membros da Executiva do PSDB urussanguense trataram sobre a abertura da Comissão de Inquérito Processante do prefeito afastado Gustavo Cancelier, protocolado no último dia 15.Na oportunidade, dos nove presentes, cinco aprovaram a instauração de uma comissão de investigação dos fatos pela Câmara de Vereadores, desde que essa tenha acesso a todos os dados do inquérito e outras informações que se fizerem necessárias para uma justa conclusão. A Executiva ressaltou que esta decisão pela investigação não se trata de condenação precipitada do prefeito afastado, e sim, a possibilidade de acrescentar informações ao esclarecimento para que a decisão seja tomada de forma justa.
PDT enfatiza coligação e afirma que irá aguardar decisão judicial

Nesta quinta-feira (16), o Partido Democrático Trabalhista de Urussanga reuniu sua Executiva para discutir os recentes acontecimentos e emitiu nota onde se posiciona.Na íntegra: “Esclarecemos que repudiamos qualquer ato de irregularidade e ilegalidade no que envolve o dinheiro público. O PDT entende que em nenhum momento deve tomar decisões antes de haver uma condenação judicial, isso contraria os princípios do partido. Nas eleições de 2020 fomos eleitos com a coligação (PP/PSD/PDT) e no que depender do PDT a coligação continuará junto até que haja uma condenação judicial.” PDT – Partido Democrático Trabalhista
Executiva do PP sinaliza a possibilidade de aguardar o julgamento de Gustavo

Na primeira reunião que discutiu o caso após a divulgação do relatório final da Polícia Federal, a Executiva do PP, partido do prefeito afastado e agora indiciado junto com seu irmão e mais 12 pessoas, sinaliza por aguardar o julgamento, caso seja oferecida a denúncia pelo Ministério Público. O sentimento percebido neste primeiro encontro é de que a sigla repudia qualquer prejulgamento até que haja uma definição jurídica acerca dos fatos investigados. Estando assim convictos os membros da Executiva que foram eleitos pela diretoria para representar o partido, de que não podem e também não devem tomar qualquer posição definitiva antes de uma decisão da justiça.O que sabe, é que outras reuniões irão acontecer com o mesmo grupo, inclusive uma nesta sexta-feira (17), e uma manifestação oficial será divulgada. A Executiva também não se mostrou surpresa com a desfiliação do ex-presidente, Sérgio Luiz Maccari Junior, uma vez que segundo membros da mesma, ele foi uma das principais testemunhas do processo que envolve Gustavo Cancellier. Atitude semelhante que já é aguardada por esses, com relação ao até então Tesoureiro Geral do partido, Clézio Freccia. Sobre as conhecidas opiniões divergentes de expressivos líderes da sigla que atualmente não fazem parte da Executiva, o grupo intende como normais e presentes em qualquer agremiação.
Ex-presidente do PP, Sérgio Maccari, deixa o partido

Após não comparecer à reunião realizada na noite de ontem, o até então membro da Executiva, que já presidiu o PP de Urussanga, Sérgio Luiz Maccari Junior, anunciou sua desfiliação da sigla, comunicando inclusive a imprensa, em nota.Na íntegra: Acredito que a minha missão no Progressistas de Urussanga foi cumprida, ao longo destes anos. Mas, neste momento, os valores e princípios em que acredito não estão representados nos posicionamentos de alguns membros do Partido e a minha opção é a saída da executiva e desfiliação do PP. Espero que as escolhas do Partido sejam acertadas e que os interesses pessoais e conveniências fiquem abaixo dos interesses do Partido. Com o tempo, certamente, a verdade dos fatos ficará clara para todos. Atenciosamente, Sérgio Luiz Maccari Junior Ex-Presidente do PP de Urussanga 2013 a 2015
Pedido de Cassação do Prefeito: Bonetinho vai levar ao conhecimento da Mesa

O presidente do Câmara de Vereadores de Urussanga, Odivaldo Bonetti (PP), irá receber a Representação pela cassação de mandato do prefeito atualmente afastado e indiciado pela Polícia Federal, Gustavo Cancellier (PP), protocolada hoje pelos munícipes, Luiz Henrique Martins e Julio Cesar Bonetti.Na sequência, Bonetinho irá apresentar a mesma aos integrantes da Mesa Diretora, com a possibilidade de em seguida encaminhar essa para a assessoria jurídica do legislativo, a qual irá avaliar a admissibilidade da referida Representação. Se essa atender as exigências legais será instalada a Comissão Processante, se obtidos na votação em plenário os seis votos necessários. Na noite de ontem, todos os vereadores, uns mais enfáticos e outros mais contidos, se comprometeram em votar a favor de qualquer investigação que vise elucidar o caso urussanguense.
Defesa afirma que afastamento de Gustavo não se fazia necessário

Em entrevista, o advogado do prefeito de Urussanga, agora indiciado pelo Polícia Federal, Marcos Fey Probst, afirmou que na visão da defesa, o afastamento de Gustavo Cancellier (PP), do cargo, não se fazia necessária. Reiterando que sua fala de dava de forma muito respeitosa, Probst, pontuou que a PF cometeu inclusive equívocos ao indiciar Gustavo. Ele também confirmou o que já foi antecipado pelo Blog, que até o final da próxima semana será conhecida a decisão sobre o pedido de retorno de Gustavo ao Paço.O advogado que atua somente na defesa do prefeito afastado e seu irmão, disse acreditar que o Ministério Público vai ter um olhar muito criterioso a este indiciamento e vai saber depurar o que é mera presunção do que é de fato, é o indício de materialidade ou de autoria. A defesa mais uma vez sinalizou que deve seguir a linha de que as denúncias contra o reeleito pelo PP em 2020, foram de cunho político.
Todos os vereadores anunciam que votarão em favor da investigação

Considerando as afirmações feitas pelos vereadores a pouco, enquanto usavam a tribuna, a Câmara Municipal já tem os votos suficientes para a instalação da Comissão Processante, que deve ser solicitada por um cidadão da sociedade. O presidente da Casa, Odivaldo Bonetti (PP), puxou a “fila”, antecipando sua posição sobre a possibilidade de investigação através da Comissão constituída dentro do Legislativo. Bonetinho, também defendeu o acesso ao processo, já solicitado pela Mesa Diretora, para que pelo menos os nove edis tenham conhecimento do conteúdo.Em seguida, Daniel Moraes (PSD), se posicionou com clareza também a favor da referida comissão, como também o fez, Fabiano De Bona (PSDB). Os membros da bancada do MDB, Luan, Elcio e Ademir, foram enfáticos em suas manifestações no mesmo sentido. O vereador Zé Bis, seguiu seu discurso habitual falando de energia elétrica e saindo em defesa do prefeito afastado e demais indiciados. Já nas considerações pessoais, Rozemar (PDT), que seguia calado, disse que representado o seu partido também será favorável. Por fim, também só nas considerações pessoais, Thiago, quebrou o silencio, falando como líder da bancada do PP, garantindo que os três edis integrantes votarão favoráveis a instalação. A presença de munícipes na Casa do Povo foi relevante nesta noite.
Seis votos são necessários para a instalação da Comissão Processante na Câmara
Existe uma articulação política que pode estar na direção do interesse da maior parte dos munícipes.Ela gira em torno do Câmara Municipal, onde buscam instalar a Comissão Processante, que pode ter como desfecho a cassação do prefeito indiciado pelo PF, Gustavo Cancellier (PP). No entanto, para que referida comissão se torne uma realidade, são necessários os votos de seis vereadores. E por consequência, atuação conjunta de eleitos por diferentes partidos.