Casagrande pretendia degrau mais alto em 2020, e até momento não se decidiu sobre o pleito

Igualmente questionado como os demais no tema, Vereadores e Suplentes avaliam reeleição em 2020 – 1ª parte, o presidente do legislativo, Gilson Casagrande, reiterou seu pensamento de que os entes políticos precisam seguir em frente e automaticamente dar lugar aos novos. Nesse raciocínio Casagrande, não esconde que pretenderia disputar outro cargo na eleição do ano vem, reconhecendo ao mesmo tempo que no seu partido já existe um pré-candidato o qual apoia, que é o atual prefeito Gustavo Cancellier. Bem como, ao posto de vice, caso Décio realmente decline, é positivo para o projeto buscar um nome de outra sigla para somar. Assim, o vereador afirma que ainda não decidiu seu futuro político, especial para o pleito que se aproxima.
Consulta popular sobre R$ 14 ou R$ 10 milhões de financiamento não é confirmada pela administração

A autorização do legislativo Urussanguense para que o executivo contraísse o financiamento junto à Caixa Econômica Federal da modalidade FINISA, só aconteceu com o posicionamento favorável do vereador do MDB, Vanderlei Marcirio “Deco”. Na oportunidade e edil solicitou que o prefeito Gustavo Cancellier formalizasse em um documento, o compromisso de que iria utilizar somente R$ 10 milhões, dos R$14,5 milhões, contratados com a instituição financeira. Em maio deste ano, o chefe do executivo afirmou que o citado vereador procurava acompanhar a destinação dos valores oriundos dessa fonte, e a definição sobre o montante final seria decidido pela população através de uma Consulta Popular, que ocorreria entre os meses de setembro e outubro deste ano. Durante esses dois meses, a administração foi contada sobre a realização ou não da prometida consulta. E em nenhuma das oportunidades respondeu sobre o tema. Da mesma forma, o vereador citado foi procurado no referido período, o qual em todas as ocasiões respondeu que não chegou a ele qualquer informação a respeito.
Magaly atende o grupo, e aceita assessoria parlamentar

A suplente de vereadora do PT, acatou a solicitação do partido que ainda integra, e depois da próxima terça-feira (29), quando deixa a cadeira no legislativo, irá assumir o cargo de assessora parlamentar. Nos próximos três meses quem assume entre os nove, é o até então titular da função citada, Julio Bonetti. Magaly Albino, por sua vez deve assinar ficha com a sigla que escolheu, entre as que lhe procuram, somente na janela, em março do ano que vem. O pedido do PT, para permanência da suplente, é sinal de que o grupo embora agora pequeno pretende permanecer vivo com foco em uma participação no pleito do ano que vem.
Bonetinho apresenta resumo da legislatura, mas ainda não confirma reeleição

Questionado com a mesma abordagem dos demais, Vereadores e Suplentes avaliam reeleição em 2020 – 1ª parte, o atual líder do governo na Câmara, Odivaldo Bonetti, ainda não confirma a busca pela reeleição no ano que vem. Listando suas principais ações nos últimos quase três anos de legislatura, o edil que declarou em abril passado, “creio que a vez é do atual Prefeito, mas caso ele venha a declinar, meu nome estará à disposição do partido em 2020”, pode considerar a possibilidade de vôos mais altos, razão pela qual estaria adiando um anuncio sobre sua participação no pleito. Visivelmente satisfeito com sua atuação na Casa do Povo, o vereador enviou para o Blog, o que destaca até o momento: “Creio que o trabalho responsável na análise dos projetos de lei, bem como a fiscalização dos atos do Poder Executivo está sendo realizado com ética e bom senso. Tem a digital desse vereador a aprovação do Financiamento do FINISA que está viabilizando diversas obras importantes no nosso município, como asfalto nas comunidades de Rio Caeté Baixo, revitalização no centro, reforma das escolas, implantação da área industrial, contorno anel viário, dentre outras. Também é de iniciativa desse vereador o combate ao mosquito borrachudo, já eficaz nas comunidades de Rio Maior, Rio Salto e Armazém. Outra obra importante viabilizada em nosso município é o tão sonhado asfalto para a comunidade de Rancho dos Bugres, onde com total apoio do Prefeito Municipal Gustavo Cancellier, indicamos o valor em torno de R$800 mil, que foi a economia gerada no ano em que presidi o Poder Legislativo, para a Rodovia dos Imigrantes. Igualmente, conseguimos viabilizar o valor de R$ 1 milhão, para a continuidade do asfalto para Rio Carvão/Santana, dinheiro este conseguido junto ao então Deputado Federal João Paulo Kleinubing, em parceria com a Urussanga Minérios, que deve começar no início de 2020. Da mesma forma atuamos como presidente da Comissão em prol do Hospital Nossa Senhora da Conceição no auxílio às suas demandas importantes, representando todos os nove vereadores, e juntos conseguimos, só no ano de 2019, o valor de R$1,35 milhão, para a compra de serviços, amenizando o sofrimento do nosso cidadão que tanto precisa da saúde.
Pré-candidatos do PSD são apresentados
Os primeiros oito nomes foram apresentados pelo partido local na noite de ontem. No evento conduzido pelo presidente da sigla e vereador Jair Nandi, em que o secretário, Luiz Antonio Fabro trouxe as informações é números que demonstram a evolução do PSD em Urussanga desde a sua fundação e especialmente nos pleitos a partir de 2012, antes da apresentação do que pretendem buscar uma vaga do legislativo em 2020, o ex-candidato a prefeito Rodrigo Fontanella, fez uso da palavra parabenizando os postulantes e destacando a importância da participação dos mesmos no processo político democrático. E na última parte do encontro foram conhecidos os pré–candidatos que contaram com a presença de familiares, amigos e colegas de trabalho neste momento. São eles: Jaison Vieira, técnico em segurança do trabalho morador de Santana. Daniel Rejes Pereira Moraes, empresário natural da comunidade de Linha Pacheco. Tayná Zuchinalli, auxiliar de faturamento, natural da comunidade de Belvedere. Neivan Scremin Sorato, empresário, morador do bairro Rio Barro Vermelho. Juscivania Silva dos Santos “Branca”, técnica em enfermagem, moradora da Baixada Fluminense. Tiago Jesus Diamantina, supervisor de expedição, residente no bairro Bom Jesus. Valdecir Casagrande, empresário, morador do Centro. Everaldo Domingos Schmoller, auxiliar de vendas, morador da Baixada Fluminense. Após as falas dos anunciados, Nandi ainda informou que o pré-candidato de número nove, confirmou sua inclusão no grupo momentos antes da reunião, o qual em breve junto com outros terá o nome divulgado. Como também integrante da executiva e fundador do partido, compareceu o empresário Emilio Della Bruna.
Lembranças e emoção na homenagem ao Esporte Clube Metropol

O primeiro time a elevar o nome de Criciúma ao cenário do futebol nacional, e depois internacional, celebra 60 anos da entrada no profissionalismo em 2019. Para marcar essa data histórica, a Associação Empresarial de Criciúma (Acic) promoveu uma sessão especial nesta quinta-feira (24), em honra ao Esporte Clube Metropol. A homenagem a ex-jogadores, ex-dirigentes e personagens ligados ao lendário clube provocou grandes lembranças e muita emoção. Edson Madureira, João Pedro Hermann, Walter Benta, Canela e Flázio Campos, atletas que se destacaram na vitoriosa trajetória do Metropol, foram alguns dos homenageados. O clube também recebeu uma placa, oferecida pela Acic, em reconhecimento a conquistas que permanecem vivas na memória de tantos criciumenses e mesmo de torcedores de outras partes do país. “O Metropol marcou uma época, era um clube que pagava diária, o primeiro do Brasil a fazer isso. Era muito organizado. O meu jogo inesquecível no Metropol foi o último, em 1967, quando fomos campeões do Catarinense”, conta Edson Madureira. “Fico contente de participar da família Metropol. Naquela época já era um time moderno e hoje, se estivesse no mercado, estaria normalmente como outras grandes equipes. Era diferente, com muita disciplina”, concorda João Pedro Hermann, que se mostrou emocionado com a homenagem. “Parabenizo a Acic pela iniciativa, porque esse resgate é muito interessante. É incrível que eu, com 75 anos, ainda esteja aqui, porque a maioria dos nossos irmãos do futebol já se foram. Estou muito contente e orgulhoso de fazer parte desta equipe”, afirma. “Fico muito feliz em sermos homenageados. É uma honra e uma satisfação para nós. Em seis anos de vida ativa do Metropol, quando a equipe atingiu o auge, fomos cinco vezes campeões catarinenses e vice do Nacional, porque entregaram a taça ao Botafogo quando deveria ser nossa”, lembra o antigo dirigente Dilson Freitas, se referindo a um episódio emblemático na trajetória do clube. Após uma vitória para cada lado entre as duas equipes na disputa da Taça Brasil em 1968, a terceira partida foi interrompida pela chuva e a delegação catarinense orientada pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD) a retornar para Criciúma. No entanto, a CBD depois marcaria a continuação do jogo para o dia seguinte e o Metropol decidiu então não voltar ao Rio de Janeiro, sendo o Botafogo declarado campeão. No momento, o Metropol retorna ao cenário do futebol com uma ação social, e inclusive o projeto para atender crianças da região teve uma emenda parlamentar de R$ 500 mil destinada pelo deputado federal Daniel Freitas, membro da mesma família que levou o clube ao profissionalismo. Mas, um retorno como time profissional não é o foco neste momento. “Toda aquela região, que dá em torno de 50 mil habitantes, precisa de um trabalho na parte social e já estamos fazendo isso, dando assistência à juventude, que é algo importantíssimo. Quem sabe mais tarde. Como começamos o Metropol do zero, podemos recomeçar como profissional, mas esta é uma segunda etapa. A primeira é cuidar do social”, entende Dilson Freitas.
“O senhor não seria governador se não fosse Jair Messias Bolsonaro, afirmou Ana Campagnolo

Em seu pronunciamento na tribuna nesta quinta-feira (24), a deputada se disse indignada com posições tomadas por Moisés em questões de interesse do eleitorado conservador catarinense. “Seu eleitor e nós, deputados estaduais, estamos indignados com as posturas que o senhor tem tomado, contrárias aos princípios conservadores, cristãos e de direita que moveram a onda Bolsonaro”, afirmou a parlamentar. “O senhor não seria governador se não fosse Jair Messias Bolsonaro e a onda de Bolsonaro em Santa Catarina.” Campagnolo listou a questão da tributação dos defensivos agrícolas. “Numa onda totalmente contrária à que move o governo federal e o Ministério da Fazenda, o governador pretendia e pretende taxar os agrotóxicos, prejudicando Santa Catarina, que basicamente tem uma economia sustentada pelo agronegócio.” De acordo com a parlamentar, a posição dela e de outros deputados motivou um pedido de expulsão deles do partido. “Para conseguir hegemonia total do partido, nomeia Fabio Schiochet, nosso deputado federal, que levou na surdina o pedido de expulsão, para me tirar do partido a pedido do governador Moisés”, acusou. Ana Campagnolo reclamou da dificuldade de agenda de deputados e prefeitos com o governador e secretários. “Os deputados foram eleitos pelo povo, temos a legitimidade de representar você que está nos assistindo. Os secretários foram escolhidos pelo governador e deveriam atender os representantes do povo sem demora, deveria ser prioridade para eles.”
PSD apresenta os primeiros pré-candidatos a vereador nesta sexta-feira
Em evento que ocorre nas dependências da Associação dos Funcionários da Alumasa, nesta sexta-feira (25), o PSD urussanguense apresenta oficialmente os seus primeiros pré-candidatos a vereador para pleito de 2020. Os dirigentes da sigla local pontuam que a eleição do próximo ano trará algumas novidades como: o fim das coligações para a disputa de vereador; o uso de recursos do fundo eleitoral e partidário proporcional ao número de candidatos por gênero e a ação severa da Justiça Eleitoral que fara todo um trabalho para que os partidos evitem o lançamento de candidatas laranjas só com o objetivo de preencher a cota destinada pela legislação. Segundo os mesmos, com esse ato o PSD oportuniza aos seus pré-candidatos um momento único com bastante antecedência para que eles possam organizar suas ações na busca de apoio dos munícipes. “Entendo que o compromisso de qualquer partido é apresentar alternativas aos seus eleitores e quanto a isso o PSD cumpre com o seu papel sempre buscando o melhor para o município”, observou o vereador Jair Nandi, presidente do partido em Urussanga.
Totinho deixa o Ciasc, estatal em que trabalhava na capital do Estado

Admitido em 24 de julho de 2018, na estatal de tecnologia que atende todo o estado de Santa Catarina, por indicação do então governador Eduardo Pinho Moreira, o ex-vereador e ex-presidente do MDB local, Ademir De Brida Junior “Totinho”, deixou seu cargo de Diretor Administrativo Financeiro na última terça-feira (22), quando um coronel da reserva da PM, por escolha do novo governo passou a ocupar o referido posto. O urussanguense teria seu desligamento previsto para o mês de janeiro deste ano, mas por questões técnicas e não mais por decisão política, foi mantido até agora. Uma das explicações é que ao sair, Totinho deixa a empresa com um saldo em caixa 2,5 vezes maior do que encontrou, como o mesmo relata. Entre seus projetos estão a abertura de uma empresa de Startups, juntamente com mais dois sócios em Florianópolis além da seguradora que já possui em Urussanga. Totinho garante que pretende em termos de residência inicialmente dividir-se entra a capital do estado e sua cidade natal. No entanto, com a relação a política municipal, na qual com sua família atua a décadas, ainda não fala.
Colombo agradece convite para falar sobre a Ponte Hercílio Luz

O ex-governador Raimundo Colombo agradeceu o convite feito pelos deputados que integram a CPI sobre a Ponte Hercílio Luz e confirmou a sua presença no dia 29 de outubro, 11h. Colombo afirma que é uma excelente oportunidade para informar todos os passos que foram dados pelo governo para a recuperação da Ponte Hercílio Luz e esclarecer quaisquer dúvidas a respeito da obra. “É importante participar dos debates, levar informações e esclarecer alguns fatos. A gente tem que agradecer a toda a equipe do governo que torceu, ajudou e lutou e também aos órgãos como Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa e Tribunal de Contas e a Associação dos Engenheiros e CREA”, destaca, ao ressaltar que todos participaram dessas decisões e foi uma ação transparente. Colombo observa que contar essa história é um exemplo de um pacto em favor de Santa Catarina, que traz resultados positivos. “A obra está praticamente pronta e terá um impacto muito favorável no desenvolvimento”, salienta. Raimundo Colombo reforça a transferência da obra, porque está tudo documentado e fotografado. “É uma narrativa bem completa e cuidadosa e está à disposição da sociedade e da Assembleia Legislativa”.