Nome de peso está deixando o PT de Urussanga

O Partido dos Trabalhadores – PT, que em pleitos recentes da história política do município foi o “fiel da balança”, especialmente na disputa majoritária, se esforça ainda na próxima semana para evitar a saída de um dos seus principais nomes, o qual já teria destino certo em outra sigla local. Para mensurar o impacto da referida tranferência, os dirigentes afirmam que o partido teria atualmente dois nomes considerados de peso, um deles é o em questão. Que dificilmente será contido nesse proposito de mudança, como foi informado.

Luiz Bonat é o novo juiz da Lava Jato

Luiz Antônio Bonat, de Curitiba, é o novo juiz responsável pelos processos da Lava Jato na 13ª Vara da capital do Paraná. O nome dele foi proclamado por unanimidade nesta sexta-feira (08), em sessão no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre. Bonat tem 64 anos e atua como juiz federal desde 1993. O anúncio de Bonat era esperado, já que o critério para a escolha é o tempo de serviço. Vinte e cinco candidatos se inscreveram para concorrer à vaga, e ele era o mais antigo. O juiz vai ocupar a vaga de Sérgio Moro, que assumiu como ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro. A juíza Gabriela Hardt deixa o cargo porque é substituta e não pode assumir em definitivo. Gabriela foi a responsável pela sentença do processo referente ao sítio de Atibaia, na última quarta-feira (06). A pena em primeira instância foi de 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Lula tem um outro processo ainda sem condenação, da ação sobre um apartamento e o terreno do Instituto Lula, em São Bernardo do Campo. O juiz Bonat será o encarregado dessa decisão. Bonat já exerceu o cargo na 1ª Vara de Foz do Iguaçu (PR), na 3ª Vara Federal de Curitiba, na 1ª Vara Federal de Criciúma (SC) e, recentemente, trabalhava na 21ª Vara Federal de Curitiba, que é especializada em casos da área previdenciária. O processo, agora, é encaminhado para a Corregedoria Regional da Justiça Federal da 4ª Região, que determina a data da entrada em exercício e publica o ato de remoção de Sérgio Moro no Diário Eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região.

Associação Empresarial de Orleans começa o calendário anual de treinamentos com o 3º Café de negócios

Na noite da última terça-feira (05) aconteceu o 3º Café de negócios da Acio, com a palestra: Gestão do Tempo e Ferramentas de Como Aumentar sua Produtividade, que foi ministrada pela contadora e consultora em gestão empresarial e financeira Milena Flor, de Lauro Muller. “A palestra foi ótima e bem objetiva, a instrutora usou ferramentas que são fáceis e acessíveis para todos os públicos utilizarem”, ressaltou Carolina Quarezemin Tavares Schambeck, administradora. Após a palestra, a associação teve o prazer de receber o jornalista e escritor, Fernando Freitas, autor do livro: O Poder da Transformação, que contou um pouco sobre sua trajetória. No final do evento todos os participantes foram presenteados com o livro, pela Acio. Para finalizar a noite, os convidados participaram de uma dinâmica com o intuito de trocarem cartões e informações e foi servido um café na Cantina Sabor e Arte, ocorrendo no final do evento a sessão de autógrafos.

Minotto propõe Frente Parlamentar para cobrar aplicação das bolsas do Artigo 170

O deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT), 2º vice-presidente da Assembleia Legislativa, protocolou na tarde desta quinta-feira (07), requerimento para criação da Frente Parlamentar em defesa das instituições de ensino superior legalmente habilitadas a funcionar em Santa Catarina. O objetivo é buscar o cumprimento do Artigo 170 da Constituição Estadual. Segundo dados do Tribunal de Contas, em 2017 o Governo do Estado pagou apenas R$ 65,69 milhões dos R$ 230,93 milhões que deveriam ser investidos em bolsas para o ensino superior. “O Artigo 170 obriga o Estado a aplicar 5% em bolsas para o ensino superior, mas em 2017 esse percentual chegou a apenas 1,42%. Nós precisamos fazer esse debate aqui na Assembleia Legislativa envolvendo as universidades comunitárias, alunos, professores e o governo. Estaremos aqui cobrando o pagamento integral do que determina a Constituição Estadual, abrindo a possibilidade para que muitos estudantes possam cursar uma faculdade”, explica o deputado Minotto. O requerimento deve ser lido em plenário na próxima semana. “De 2012 a 2017, segundo dados do TCE/SC, o Governo do Estado deixou de aplicar R$ 815,09 milhões em ensino superior, extrapolando os limites da razoabilidade, como também apontou o Ministério Público. Isso é muito sério”, pontua o parlamentar.

Governador corta o cafezinho

A cultura do cafezinho nas repartições públicas do Estado está com os dias contados. Ao menos em relação ao café comprado e servido às custas do próprio governo na administração direta. É o que determina um ofício circular assinado recentemente pelo secretário de Administração, Jorge Eduardo Tasca, e enviado aos demais secretários e gestores da administração. A medida considera o atual déficit financeiro do Estado e o gasto anual de R$ 1,7 milhões com café, leite, açúcar e garrafinhas de água servidos pelo Executivo. Outros R$ 2,8 milhões são gastos com o serviço de copeiras e garçons terceirizados. “Talvez a contragosto de boa parte dos servidores, nós cortamos o cafezinho da repartição. A gente pode trazer o cafezinho de casa. Aliás, o cafezinho do poder público é muito ruim. Porque eu acho que o processo licitatório não é muito adequado, a gente nunca sabe o que está bebendo. Quer tomar um bom café, traga de casa. Nós vamos dar o exemplo. Economiza só R$ 2 milhões? Não tem problema. Mesmo que seja simbólico, nós vamos economizar de tudo quanto é forma”, anunciou o governador catarinense.

Assista: CPI vai investigar recursos nas obras da Ponte Hercílio Luz

O deputado Bruno Souza (PSB) informou ontem durante a primeira sessão da Alesc, indicando que outros parlamentares ainda podem assinar o requerimento, “quero agradecer os 26 deputados que assinaram, será uma CPI de todos para jogar luz em um caso que já se tornou anedótico, o documento segue em plenário, não foi protocolado ainda”.

Deputada Paulinha (PDT) rebate críticas à roupa que usou no dia da posse

Na primeira sessão da assembleia legislativa de Santa Catarina a parlamentar comentou, “recebi muitos elogios e críticas ao meu decote, as quais aceito humildemente, fui atacada de diversas formas, até com menção de violência, vamos representar cada uma desses comentários violentos”. A ex-prefeita de Bombinhas ainda ressaltou que Santa Catarina é o quarto estado em que as mulheres são mais maltratadas. “É preciso romper com o ciclo terrível de violência, uma pauta de homens e mulheres”, reiterou a deputada estadual. Ada de Luca (MDB) e Ana Caroline Campagnolo (PSL) manifestaram apoio à colega. “Sabia que Vossa Excelência faria um pronunciamento, estamos organizando a frente parlamentar contra a tortura, foi tortura, temos livre arbítrio, temos o direito de fazermos o que quisermos”, argumentou Ada. “Uma situação triste, ofendida por diversas formas”, avaliou Ana Caroline, que criticou a vinculação, por parte da mídia, das críticas violentas ao decote à ascensão do conservadorismo. “Como se os conservadores fossem violentos”, reagiu.

Lula é condenado a 12 anos e 11 meses de prisão por sítio de Atibaia

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado nesta quarta-feira (06), a 12 anos e 11 meses de prisão no processo da Operação Lava Jato referente ao sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP). Ele foi considerado culpado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A sentença foi assinada por volta das 16h20 pela juíza federal substituta Gabriela Hardt, que conduz a Lava Jato em primeira instância em Curitiba desde a saída do ex-juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública do governo do presidente Jair Bolsonaro. Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), as empreiteiras Odebrecht, OAS e Schahin, esta última por intermédio do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula, pagaram 1 milhão de reais em propina ao petista por meio das obras no sítio, propriedade do empresário Fernando Bittar e frequentado pelo ex-presidente e sua família. As reformas no sítio ocorreram entre dezembro de 2010, quando Lula estava prestes a deixar a presidência, e 2014. Para Gabriela Hardt, Lula “teve ciência das obras realizadas pela Odebrecht em seu benefício e da sua família, pois: foi informado sobre o seu cronograma por Emílio Odebrecht; visitou o sítio exatamente na data em que foi realizada a desmobilização, quando ainda faltavam alguns acabamentos; e notas fiscais referentes à reforma, entregues a seu advogado e compadre Roberto Teixeira, foram encontradas em sua residência”. Além da corrupção passiva, a magistrada entende também que o ex-presidente teve participação no crime de lavagem de dinheiro na obra, porque “apesar de ser o seu beneficiário direto, seu nome nunca foi relacionado com a propriedade do sítio, com notas fiscais emitidas, ou com qualquer documento a ela relacionado. É fato que diversos co-réus e testemunhas afirmaram que era claro que a obra era feita em seu benefício, inclusive Fernando Bittar. Ainda, guardou em sua casa diversas notas fiscais que foram emitidas em nome de terceiros durante a reforma, reforçando a ciência desta ocultação”.  

Urussanga decreta situação de emergência devido aos problemas causados pela chuva

Após reunião realizada com a presença do coordenador da Defesa Civil de Urussanga, Rafael Sales e representantes das diretorias e secretarias do município, o prefeito, Gustavo Cancellier, decretou, Situação de Emergência no município devido às fortes chuvas que ocorreram especialmente na sexta-feira, dia 1º de fevereiro. De acordo com os dados fornecidos pela Estação Experimental da Epagri de Urussanga, na sexta-feira (1º) choveu 86 mm na cidade, no sábado (02) choveu 78.7 mm e no domingo (03) choveu 14 mm. Um total de 178.7 mm nos três primeiros dias de fevereiro de 2019. E a média histórica para Urussanga no mesmo mês é de 201 mm, o que significa que em três dias, choveu o equivalente previsto para todo o mês. A alta incidência de chuvas também o ocorreu em janeiro, já que no município choveu o equivalente a 297 mm, sendo que a média histórica para Urussanga neste é de 199 mm.