Coligações: Candidaturas pretendidas ainda encontram dificuldades

O eleitor urussanguense é historicamente um interessado em política e acompanha neste momento, todas as movimentações dos partidos e lideranças com foco nas eleições de outubro. São cogitadas hoje, quatro candidaturas a prefeito, das quais, três podem acontecer por meio de coligações. Nesse sentido, o MDB e o União Brasil, se mostram bem próximos e afinados para constituir a muito provável chapa com Johnny Felippe e Alison Romagna, que pode ser a primeira definida no município, o que pela sinalização das Executivas atende os anseios de ambos os partidos. Já PP e PSDB, os quais cogitam chapa pura, um com Odivaldo Bonetti na cabeça e outro com Rodolfo Della Bruna no mesmo posto, podem chegar a entendimento, incluindo talvez até Rozemar Sebastião, nesse projeto. Embora os dois partidos ainda mantenham posições fortes sobre quem concorre a prefeito ou vice. E o ambiente ainda com muitas variáveis consideradas é a de PSD e PL, ou PL e PSD. Isso porque o atual prefeito Jair Nandi, pretende concorrer na cabeça tendo um membro do PL como vice, sem esconder sua preferência pelo coordenador da sigla, Luiz Carlos Zen, esse que não deve participar do pleito por questões pessoais, e porque se filiou com a intenção de contribuir especialmente nas candidaturas a vereador. Além de existir a hipótese de uma mudança entre esses dois grupos, sobre quem seria cabeça de chapa, com destaque ainda então para Joelma Fornasa. São três situações diferentes entre esses seis partidos, que vão da praticamente certa até a sem nenhuma definição, e as pesquisas para consumo interno que percorrendo cidade e interior podem dar a palavra final nesse cenário.
MDB relata receptividade na pré-campanha

O próprio grupo do MDB se diz de certa forma surpreso, com tratamento que tem recebido de eleitores nas mais diferentes regiões do município. Segundo as lideranças, afirmações que lembram uma administração conduzida de maneira honesta; a iniciativa do pré-candidato Johnny Felippe de se colocar novamente a disposição; além da posição clara do MDB que foi o primeiro a apontar seu representante para a disputa, após se manter como oposição nos últimos oito anos, tem incentivado o trabalho que logo vai ganhar intensidade. A outra característica que tem chamado a atenção da Executiva, é a relação fácil que tem sido mantida com os outros partidos, a qual pode proporcionar coligações ou a obtenção de apoio, o que reflete a confiança no projeto, e um momento de maturidade política, o que na opinião dos emedebistas, é o que Urussanga precisa nesta eleição.
Com sete partidos, Urussanga ainda não têm convenções marcadas

O início do período para a realização das convenções partidárias, que são reuniões de filiados para escolha de candidatos e a formação de coligações, é no próximo dia 20, e segue até cinco de agosto. No entanto, nenhuma das sete siglas que pretendem participar das eleições de outubro em Urussanga, definiu a data desse importante encontro. Como tem sem sido destacado aqui, temos no cenário das coligações a condição de prestes a acontecer, ainda em discussão, e enfraquecida com dificuldade para se concretizar. Quadro que requer ainda tratativas e retarda e esses eventos de definição e anúncio. A perspectiva continua sendo de quatro possíveis candidaturas a prefeito, embasadas em posicionamentos bem destintos. Existe atualmente aqui, a condição inédita de um novo grupo de situação, outro de ex-situação, o de oposição e um neutro. Duas pesquisas para consumo interno foram realizadas recentemente e são mantidas, na medida do possível a sete chaves, uma estava em campo ontem, e outra deve acontecer até o final da semana, e as decisões tomadas, que veremos em breve, vão apontar o que com elas foi concluído.
Partidos enfrentam baixas nas nominatas de vereador

Houve um momento que praticamente todos os partidos garantiam que já possuíam nominatas completas de pré-candidatos a vereador. Mas alguns meses se passaram, um inevitável choque de realidade ocorreu, e sem anúncios por parte de algumas das siglas, baixas aconteceram. O que de certa forma é compreensível, em um cenário de prováveis 70 postulantes, para potências 13.500 votos, se divididos igualmente estariam disponíveis 192 para cada um. E com sete grupos representados, as nove vagas serão ainda mais disputadas.
Deputado Rodrigo Minotto assume a Presidência da Assembleia

O 2º vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Rodrigo Minotto (PDT), assumiu no início da tarde desta terça-feira (9) a Presidência do Parlamento catarinense. A transmissão do cargo ocorreu na Sala de Reuniões da Presidência, na presença de autoridades e servidores do gabinete do parlamentar. O 1º vice-presidente da Alesc, deputado Mauricio Eskudlark (PL), que assumiu a Presidência no domingo (7), em virtude da licença do presidente Mauro de Nadal (MDB) para chefiar o governo do Estado por uma semana, transmitiu o cargo a Minotto para tratar de assuntos particulares. “Esse é um gesto de todos os deputados da Alesc em reconhecimento ao que o deputado Minotto representa para nós e para Santa Catarina”, afirmou Eskudlark. O novo presidente destacou que essa é a primeira vez que seu partido, o PDT, assume o comando do legislativo estadual, mesmo que interinamente. “É um sentimento de muita gratidão e reconhecimento por esse gesto”, disse Minotto, que se emocionou ao discursar. “Na vida pública, os gestos representam muito. E mesmo que seja por um curto período de tempo, para nós é algo importante”. Rodrigo Minotto está no terceiro mandato na Assembleia Legislativa (2015/2019, 2019/2023 e 2023/2027). Tem 51 anos de idade, é formado em administração e direito, sendo advogado de profissão. Foi eleito em 2014 com 26.929 votos, reeleito em 2018 com 26.623, e novamente em 2022 com 28.685 votos.
Consumidores da Coopercocal serão entrevistados em pesquisa da ANEEL

Entre cinco de julho e 18 de outubro, a Cooperativa Energética Cocal, será avaliada na pesquisa de satisfação do Prêmio IASC 2024, conduzida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A referida pesquisa será realizada pela Qualitest Inteligência em Pesquisa, que visitará 150 consumidores da Coopercocal. O presidente Altair Lorival de Mélo, destaca a importância da participação dos associados. “A pesquisa é fundamental para avaliarmos o grau de satisfação com os serviços prestados e identificar áreas de melhoria. As informações coletadas nos ajudarão a aprimorar continuamente nosso atendimento”. Para garantir a segurança e comodidade dos consumidores, os entrevistadores da Qualitest estarão identificados com crachá com foto e uniforme. A nível nacional, a pesquisa abrange uma amostra de 28.619 questionários, aplicados a consumidores de 103 distribuidoras concessionárias e permissionárias de energia elétrica do país. O Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor (IASC) é uma pesquisa anual que visa estimular a melhoria contínua dos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica. Os resultados ajudam a ANEEL a identificar as empresas que precisam implementar ajustes e correções, além de integrar o mecanismo de incentivo na política tarifária.
Pesquisas revelam maiores dúvidas de partidos e possíveis estratégias

Contratadas para consumo interno, ou seja, para que os dirigentes das siglas possam conhecer o cenário da data em que são realizadas, e assim tomar decisões, as pesquisas que ouviram urussanguenses nos últimos dias, na verdade revelaram as maiores dúvidas dos partidos locais. Os nomes que realmente estão à disposição e cogitas estratégias vieram a tona com aplicação desses questionários. Se os números obtidos, relativos a preferência, bem como a rejeição, dos pré-candidatos sugeridos, não são revelados aos munícipes, o que exigiria o registro dessas, os depoimentos de abordados que se tornam fontes, são no mínimo, interessantes.
Com sete partidos, definições em Urussanga dependem de muitas cabeças

Lideranças experientes de diferentes vertentes concordam que o cenário local nunca precisou de tantas decisões para chegar as candidaturas de prefeito e vice. Embora a maioria das Executivas afirmem que até o final deste mês as chapas estarão definidas, a observação é de que essas dependem neste cenário inédito, de muitas cabeças. Alguns partidos precisam resolver até três questões: Se serão cabeça; quem será o vice; e com quem coligar. Das sete posições aguardadas, duas são reiteradas, e as demais terão menos tempo para fazer com que o eleitor as conheça e avalie. Enquanto o MDB destaca que foi oposição nos últimos oito anos, o que é verdade. O PT segue com o seu projeto de Chapa Pura, mostrando-se a vontade. Já as demais siglas ainda procuram um discurso, levando em conta que esse não pode criar obstáculos para possíveis composições, ao mesmo tempo que terá que trazer uma individualidade mínima que possa torná-lo atraente. Julho começa com uma fala sucinta e clara de um mobilizado, “quando a razão predominar teremos respostas”.
MDB e União Brasil podem formar primeira coligação de oposição

Um registro movimentou os bastidores da política local neste final de semana e chegou trazer falas como “experiência e renovação” além de “comércio e indústria”. A foto dos pré-candidatos e empresários, Johnny Felippe (MDB) e Alison Romagna (União Brasil), causou a imediata reação de possíveis adversários, mas principalmente cogitou um projeto que nasce da oposição. Embora as duas siglas ainda não comentem detalhes do encontro, ambas destacam que seus nomes são sinônimos de honestidade e propósito de trabalhar pelo município. A aproximação em Urussanga do MDB e União Brasil, pode propor aos eleitores algo que talvez a eleição de outubro requeira, o equilíbrio entre o representante de um partido com histórico e outro que venha das siglas que ganharam espaço mais recentemente no país e estado, identificado com as pautas atuais e com portas abertas em Florianópolis e Brasília
Acaba o período de possível projeção dos prefeitos pré-candidatos

A partir do próximo sábado (06), começam a valer as principais restrições previstas no calendário eleitoral para impedir o uso da máquina pública a favor de candidatos às eleições municipais de outubro. Entre essas, tornam-se proibidas as contratações e demissões de servidores públicos. O início desse período representa na prática, como um limite que os prefeitos interessados em concorrer novamente ao cargo tinham para obter a esperada projeção. Ou seja, a inquestionável condição de candidato.