Quando da mudança para o regime estatuário, o quem vem acontecendo nas prefeituras da região, e vale ressaltar quem em Urussanga a transição aconteceu de forma ordeira, os servidores públicos municipais pleitearam algumas compensações em razão de não terem mais no novo regime, o deposito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS.
Conquistaram assim o anuênio (correção anual em seus recebimentos) de 1,5% e uma gratificação na folha de 5%, mas ficou em aberto ainda dentro desse proposito, o “auxilio alimentação”, que foi solicitado por último no valor de R$ 200 mensais, oportunidade em que o executivo ofereceu R$ 80 mensais.
Mas a questão é mais delicada, como explicou hoje em entrevista na Rádio Cidade 93.5 FM, a presidente do Sindicato Municipal da classe, Suzana Darela.
A administração já paga algo em torno de R$ 12 por dia, por refeições que são oferecidas na “garagem”, sede da Secretária de Obras. Quando do acordo anterior, o executivo se comprometeu em pagar o referido auxilio somente aos funcionários efetivos, que se excluídos os que já são beneficiados com o descrito almoço, aproximadamente 40, ainda restariam em quase 140 colaboradores a serem beneficiados.
Ainda segundo a presidente, mais de 300 funcionários estão entre os admitidos por processos seletivos para programas específicos e cargos de confiança, os quais não teriam o benefício. Para agravar, segundo fontes um determinado setor já recebe um valor acima do pleiteado recentemente, com a mesma denominação.
Ou seja, o assunto que veio à tona na última terça, em fala na tribuna, é complexo, ao ponto que a maioria dos municípios da região ainda concedem o benefício, alguns por ainda nem se quer adotaram o regime citado.
Suzana reiterou, que aguardam o retorno do prefeito, que se encontra em viajem oficial para Itália, para voltarem a tratar do assunto.
