Déco esclarece projeto “Infância sem pornografia” que encontrou reação

O vereador Vanderlei Marcirio “Déco” (MDB), autor do projeto “Infância sem pornografia”, acredita que está havendo uma interpretação precipitada e equivocada por parte de alguns servidores públicos, que imaginam que o referido vem para intimidar ou dificultar suas atividades profissionais.

Segundo o edil, a única finalidade do projeto que foi escrito por um procurador da república, e que já foi implantado em vários municípios do Brasil, é exclusivamente proteger nossas crianças de possíveis temas impróprios para suas idades, que infelizmente vem de cima para baixo, muitas das vezes por políticos ou grupos mal intencionados que querem propagar seus ideias, incompatíveis com a realidade de nossa sociedade, que é conservadora e luta para manutenção dos valores morais e éticos da família, em um mundo que infelizmente a inversão e a perda destes valores cresce assustadoramente.

Déco reiterou em evento realizado na última quarta-feira (09), que a Lei é para todos setores da administração pública, e não exclusivo para secretaria de educação, por isso estão discutindo e estudando para escrever um texto, que venha excluir qualquer dúvida, e o risco de prejudicar o bom funcionamento das secretarias municipais, uma vez que sua intenção é votar um projeto que seja unanimidade entre todos urussanguenses, por se tratar de um assunto que todos defendem, que é a proteção das crianças.

“Eu vim de origem muito pobre, comecei a trabalhar como engraxate com 8 anos de idade, se hoje estou aqui discutindo um tema tão importante com pessoas inteligentes e bastante qualificadas, já me considero um vencedor, por poder estar contribuindo para uma sociedade melhor, e se estou aqui inserido com a sociedade nestes debates que considero indispensáveis, agradeço À Deus, minha família, meus amigos e a excelente educação que recebi nas escolas públicas de Urussanga, educação esta que vem formando milhares de urussanguenses para o mundo, por isso defendo veemente as políticas de educação, os diretos dos educadores, que fazem muito além de suas obrigações, muitas das vezes com estrutura insuficiente que é dever do Estado”, afirmou o vereador.

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Paulo Donizete Matias