Eleição em Urussanga tem ponto de partida

É unânime entre os que acompanham e analisam a política local, de que 2024 ainda não será o ano em que uma candidatura a prefeito, seja ela denominada terceira ou quarta via, romperá a barreira criada pelos dois partidos tracionais da cidade.

Mas claro, existe a concordância de que essas, como fizerem em outras oportunidades, contribuem para a definição do resultado, como ocorreu em 2020, quando com lideranças dissidentes do governo da época, uma Chapa do PSDB obteve 802 votos, os quais em tese, poderiam ter ido para a candidatura mais forte de oposição, que era do MDB.

Para o ano que vem é cogitada a participação na disputa de um partido novo no município, além dos naturais nomes para a majoritária representantes do PT, grupo que deve ser isolado, e por consequência concentrará votos para prefeito e vereadores na mesma sigla.

A eleição municipal de Urussanga precisa ser observada através dos seus números. A exemplo das 3.707 abstenções, que devem ser lembradas e pelo menos parcialmente revertidas. Além da média conquistada pelas terceiras opções ao longo da história que ficaram sempre na casa dos 1.500 votos.

Assim, os 3.207 votos evidenciados no final da apuração do mais recente pleito que deram a reeleição ao PP, são o ponto de partida da próxima a corrida pelo Paço.

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Paulo Donizete Matias