Após a reunião com o grupo de trabalho; secretários, presidentes de autarquias e alguns assessores mais próximos, que ocorreu na tarde desta segunda-feira (20), quando retornou ao comando do Estado depois de 14 dias de férias, o governador Carlos Moisés da Silva decidiu que não concederá entrevistas sobre o processo de crime de responsabilidade, proposto pelo defensor público Ralf Zimmer Junior, em função da equiparação dos salários dos procuradores do Estado com os da Assembleia.

A integrantes de sua equipe, Moisés fez uma leitura política do episódio, que seria, na opinião do governador, a motivação de Zimmer Junior, e ainda apresentou um vídeo aos presentes onde juristas e especialistas descartaram a ocorrência do crime que levaria à abertura do processo de impeachment.
Na próxima sexta, o secretário da Casa Civil Douglas Borba deve levar as manifestações do governador, da vice Daniela Reinehr e do secretário da administração Jorge Eduardo Tasca à Assembleia, bem antes do prazo de 15 dias, aberto na semana passada.
