Instalação e condução de partidos em Urussanga carecem de lideranças

Interessados em participar das eleições para prefeito, vice e vereador, sempre surgem, como foi verificado no mais recente pleito que foi sem duvida também o mais estranho da história em razão da realidade mundial.

Urussanga teve quase setenta postulantes a uma cadeira no legislativo e três chapas na majoritária.

No entanto a condução, a responsabilidade de ficar a frente, o oficio de buscar filiações para algumas siglas consideradas tradicionais e principalmente para as novas cogitadas, requer voluntários que talvez ao final não se tornem necessariamente candidatos, mas precisem dispor de tempo, o que na prática, é dinheiro, além de mobilização e escolhas.

Não faltam especulações sobre o surgimento de uma ou outra sigla na cidade, só que com essa informação não surge o nome de quem vai assumir as mesmas.

E como percebemos, até partidos aqui instalados de longa data, se debatem atualmente em busca de comandantes.

2022, pode ser a oportunidade para um processo de reequilíbrio no cenário, regional, estadual e nacional, uma vez que é evidente que 2018, foi um evento fora da curva e em alguns casos desastroso ou decepcionante.

Neste, as siglas municipais embaladas podem mostrar serviço, ganhar espaço e se projetar, mas para isso serão necessários os aguardados lideres, presidentes e coordenadores.

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Paulo Donizete Matias