Luan faz relato que define como difícil e afirma que se sente perseguido

Em uma ampla entrevista concedida recentemente a uma rádio da região, o vereador Luan Varnier (MDB) falou abertamente sobre as denúncias das quais tem sido alvo nos últimos meses — que, segundo ele, configuram uma perseguição política.

Na sua avaliação, o que ocorre são abusos de poder, coações e uma campanha sistemática de ataques pessoais que, conforme relata, ultrapassam os limites do debate democrático e atingem diretamente sua vida familiar.

No estúdio, Luan relatou episódios que classificou como perseguição política orquestrada por adversários, incluindo a divulgação de vídeos descontextualizados e matérias inverídicas, publicadas semanalmente.

Na oportunidade, ele comentou: “O autor da primeira Comissão de Investigação e Processante (CIP) tentou instaurar outra comissão de cassação contra mim, que foi arquivada. Essa pessoa fica o tempo todo buscando um furo que não vai encontrar.”

Falando aos ouvintes, Luan afirmou que o Processo Administrativo Disciplinar (PAD), instaurado para apurar sua atuação como secretário de Saúde, foi arquivado após análise técnica dos servidores efetivos do município, os quais concluíram pela ausência de materialidade. Ele pontuou: “Eu não fiz nada, nem estava na cidade quando os fatos ocorreram. Mas alguns vereadores ainda insistem em me perseguir.”

O vereador também informou ao entrevistador que, devido a supostas irregularidades processuais, entrou com pedido de liminar judicial, que foi concedida temporariamente, suspendendo os trabalhos da comissão enquanto o caso é reavaliado. Ele declarou: “Foram feitos dois relatórios: um apontando minha ausência nos fatos, e outro, produzido por um opositor ferrenho, que utilizou normas legais equivocadas — destinadas à cassação de prefeitos — para tentar me condenar.”

Luan ainda destacou o vazamento de um áudio, que classifica como comprometedor, atribuído ao presidente da CIP. Segundo o edil, o conteúdo mostra que havia articulação para antecipar a votação da cassação antes mesmo da conclusão do processo. O referido áudio teria sido enviado por engano a um grupo de mensagens, o que, na sua opinião, evidencia parcialidade e prejulgamento. Ele relatou: “Diante disso, registrei um Boletim de Ocorrência por abuso de poder.”

Nos microfones, Luan acusou seus opositores de agirem com motivações meramente eleitorais, desconsiderando a veracidade dos fatos e o impacto emocional da situação. Ele comentou: “Meu intuito é cumprir este mandato com as mãos limpas e focar no serviço público, especialmente na educação, área na qual me efetivei. Deixo a maldade para aqueles que não pensam no povo.”

Ao final, Luan falou sobre o que descreve como sofrimento familiar, enfatizando: “Ver minha mãe chorando há meses pela injustiça é algo que não suporto mais. É horrível.”

Mesmo diante desse cenário, o vereador garantiu que sua atuação em prol da comunidade seguirá firme, mesmo fora da Câmara. E explicou: “Tenho um celular para cobrar, faço vídeos e vou continuar nas comunidades ajudando e buscando soluções, com ou sem mandato, com ou sem tribuna. Se vereador fosse voluntário, eu seria, porque amo ser.”

Encerrando a entrevista, Luan agradeceu os 918 votos que o elegeram e reafirmou seu compromisso com a população. Ele também disse reconhecer o apoio da equipe jurídica, representada pelos advogados Dr. Ítalo e Deivid, além dos cidadãos que, segundo ele, seguem confiando em sua inocência.

Mais lidas

O acesso é gratuito, mas assinantes recebem nossos posts exclusivos direto no email. Inscreva-se!

Pague com Pix na chave
(48) 996903340 em favor de
Paulo Donizete Matias