É grande a expectativa nos meios políticos catarinenses para o ato de desfiliação de Gelson Merisio do PSD. Mais do que isso. Dias antes da convenção, ele vai renunciar à presidência estadual, função para a qual não seria reconduzido.
Merisio vai buscar abrigo no PP, sigla hoje presidida pelo suplente de deputado no exercício do mandato, Silvio Dreveck. Na verdade, o PP catarinense é pilotado pela família Amin, que tem três dos cinco mandatos que a legenda detém atualmente.
O PP se prepara desde já com vistas às eleições de 2022. Poderá apresentar-se sozinho para a disputa, enfrentando justamente o PSL, partido que vai se aproximando do MDB.
Outra dúvida no cenário atual é sobre quem vai presidir o PSD catarinense. Um dos nomes preferenciais no partido é o do deputado Milton Hóbus. Que segundo informações agrada os parlamentares da legenda. Tem como concorrente interno o ex-governador Raimundo Colombo que, apesar da derrota no pleito do ano passado, percorre o estado em busca do apoio dos prefeitos.
