A reforma administrativa que o governador eleito Carlos Moisés da Silva (PSL) pretende fazer na estrutura do executivo catarinense só será enviada à Assembleia no ano que vem. Havia a possibilidade de que o governador Eduardo Pinho Moreira encaminhasse à assembleia as primeiras medidas, que já estariam em vigor no início de janeiro próximo.
A confirmação é do futuro líder do governo, deputado Coronel Onir Mocellin (PSL), que atribui a decisão a dois motivos; os 22 deputados que não estarão na próxima legislatura e que poderiam atrapalhar a tramitação, já que são maioria, e uma eventual derrota que a futura administração, sequer diplomada ou empossada, poderia sofrer.
A atitude de Moisés, amparada em sua equipe de transição, e na percepção de Mocellin e dos outros cinco deputados eleitos pela sigla do governador, que têm circulado pela Assembleia, é prudente.
