Esta oficialização da saída do PSL é um sinal inequívoco de sua disposição de concorrer à reeleição no próximo ano. A partir de agora, Moisés passa a avaliar cenários e a definir qual a melhor sigla para realizar seu projeto.
Especulações nos bastidores é que não faltam. Cogita-se, entre as principais legendas, que estaria de olho no MDB, que pode realizar prévias no fim deste ano ou início de 2022, as quais estavam previstas para 15 de agosto, mas encontraram resistência interna.
O PP tem lideranças que trabalham pela filiação de Carlos Moisés, incluindo o líder na Assembleia Legislativa, deputado José Milton Scheffer e o secretário Altair Silva.
Existe aqui no Sul, a tese de ele filiar-se no PSD, em razão da sua atual proximidade com um dos principais líderes do partido, o deputado estadual, Júlio Garcia.
No entanto, entre esses, MDB e PSD, já anunciaram pré-candidatos ao governo do Estado.
Outro aspecto, é que como todos sabem, Moisés não era político até a Eleição de 2018, e foi diretamente beneficiado com a onda do 17, que elegeu outros anônimos também, com a qual não poderá contar caso venha a concorrer em 2022.
