O TSE e o Congresso Nacional fizeram aquilo acreditam ser o recomendável para preservar a saúde dos eleitores e da mesma forma garantir o direito ao voto e o exercício da democracia nos municípios brasileiros, adiando as eleições para 15 de novembro, em primeiro turno, o qual se aplica para Urussanga.
No entanto, as indefinições no cenário local, fruto de avaliações que estão sendo feitas e devem se seguir até o final deste mês, podem passar a impressão a população, de que pleito está ainda mais frio do que imaginava.
Como os nomes dos pré-candidatos a prefeito foram anunciados, e pelo menos três partidos já estão informalmente coligados, PP, PDT e PSDB, continuam faltando os lançamentos dos vices, para duas ou até três chapas que podem vir a concorrer.
E é nesse aspecto que reside a questão, sem as chapas estarem concretizadas como conduzir uma pré-campanha e chegar aos munícipes.
Mas um outro detalhe começa a ser percebido em meio as manifestações ou o silencio dos bastidores, além da habitual necessidade de fazer aliados, em Urussanga existe um foco neste pleito até o momento, para se possível, escolher os adversários.
