Emocionado, o ex-governador e pré-candidato ao Senado Raimundo Colombo falou durante mais de 25 minutos e foi interrompido por aplausos durante várias vezes pelas pessoas que lotaram o centro de eventos.
Primeiro, Colombo agradeceu a presença de todos, vindos de diversas regiões de Santa Catarina e saudou as lideranças políticas que participaram do ato. Destacou a mensagem de Jorge Bornhausen, “amigo de tantas caminhadas”, e as presenças de Gilberto Kassab e do presidente municipal do PMDB de Joinville, Cleonir Branco, que representou a família do ex-governador e ex-senador Luiz Henrique da Silveira no ato.
Colombo ressaltou que a política é uma atividade humana, não é um negócio ou uma briga e observou: “Precisamos ser a voz de quem não tem voz, a oportunidade para quem não tem e devolver a esperança para quem a perdeu. Você deve governar com essa filosofia, mas isso não terá placa de inauguração e nem será notícia”.
O ex-governador defendeu a humanização da política e de estar próximo das pessoas onde elas estejam. Lembrou das decisões difíceis que adotou, principalmente durante a crise econômica que afetou a arrecadação de Santa Catarina e de outros estados. Colombo destacou que a decisão política de não aumentar os impostos não lhe rendeu nenhuma placa, mas garantiu os empregos e destacou: “Santa Catarina foi o Estado que mais abriu postos de trabalho no Brasil no ano passado, quase 30 mil vagas”.
Observou que a Assembleia Legislativa aprovou as leis que eram necessárias, como a reforma da Previdência estadual e a renegociação da dívida do Estado com a União liderada por Santa Catarina, ações que permitiram manter o equilíbrio fiscal. Ressaltou, ainda, que o SC saiu da sétima posição no ranking de competitividade dos estados, em 2011, para o segundo lugar em 2017, e a economia catarinense cresceu 4,3% no ano passado contra 1% do país. O Rio de Janeiro, em razão da crise política, de acordo com ele, perdeu 100 mil empregos.
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