Quatro das siglas locais que prometem ter nominatas completas para buscar as cadeiras do legislativo em 2020, estão tentando esconder “as sete chaves”, os nomes daqueles que firmaram compromisso com as mesmas.
A escassez de pretendentes ao cargo de vereador na próxima eleição é explicada por algumas razões: como a fuga da política, que teve sua imagem bastante desgastada; a necessidade de investimentos financeiros pessoais; a falta de disponibilidade para dedicar-se a uma companha e principalmente o temor de tornar-se um (a) “carregador de piano”, para os entes considerados favoritos na primeira eleição em que não haverão coligações nessa disputa, entre outras, faz com que os partidos pelos menos por enquanto tentem fazer suas tratativas em segredo, para evitar que suas promessas de pré-candidatos recebam outros convites.
Tal medida, porém, tem prazo, e curto, uma vez que acordados os nomes, partidos e postulantes que são cientes do resumido período eleitoral, terão que se exporem aos eleitores de forma inteligente dentro em breve, porque os prováveis 70 nomes que podem surgir em Urussanga, continuarão buscando as inalteradas nove vagas, na disputa que sempre beneficiou os mais conhecidos e os que dispõem da maior estrutura de trabalho.
Até então, segue a máxima. Nas reuniões, sem foto, sem áudio e sem vídeo.