Principalmente no que se refere a indústria, atividade trazida no DNA dos descendentes das nações do velho mundo que aqui chegaram, sabe-se que as maiores empresas existentes em Urussanga nasceram de iniciativas locais, mesmo porque a vinda de outras de grande porte esbarraria na localização, além da falta de mão de obra, o que não é segredo.
A história e a cultura, por sua vez, apontam para a vitivinicultura e a gastronomia, que embasam o projeto turístico, esse que ainda carece de maiores investimentos, os quais sim poderiam vir de fora, como costuma acontecer nas cidades que efetivamente decolam com indústria sem chaminé.
Mas quando se pensa nos próximos dez anos, por exemplo, talvez até menos, um seguimento que a prefeita já defendia na campanha de 2024, passa a ser tratado com mais foco, que é a instalação de um polo de empresas de softwares ou a prestação de serviços na área, que contaria com incentivos, contribuiria consideravelmente com a arrecadação do município, além de estar alinhado com o propósito de preservação do meio ambiente.
Nesse sentido, Urussanga junto com FACISC através de um programa da Dell Technologies, com a participação do CIM-AMREC, está trabalhando para atrair essa atividade, que inclusive movimenta valores expressivos.
O atual governo sinaliza que renderá todos os esforços para tornar esse anseio uma realidade, mesmo que ele venha a tomar corpo num futuro possível.
