Protocolado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina nesta segunda-feira (13), o pedido de impeachment do governador Carlos Moisés será encaminhado e examinado pela Procuradoria, que deverá verificar a existência dos pressupostos legais da solicitação. Se o pedido atender aos requisitos, o governador será informado e terá 15 dias para apresentar informações, conforme determina o Regimento Interno do Poder Legislativo.
O aumento para procuradores do Estado incluídos na folha de pagamentos desde outubro de 2019, é a base para o pedido de impeachment por crime de responsabilidade contra Carlos Moisés.

O documento de 135 páginas foi protocolado nesta segunda-feira (13) na Alesc. O autor do pedido o advogado Ralf Guimarães Zimmer Júnior, ex-defensor público-geral do Estado e que também era presidente da Adepesc (Associação dos Defensores Públicos de Santa Catarina).
Uma ampla nota foi já emitida pelo governo do estado foi emitida e sintetiza a versão de que Carlos Moisés apenas cumpriu uma decisão judicial.
Dificilmente essa investida deve se sustentar até porque não existe uma atmosfera no estado para um impeachment do governador, no entanto, o evento pode fazer com que Carlos Moisés precise adquirir um comportamento político diferente.
