O vice-prefeito e Diretor da Autarquia, Renato Bez Fontana, serviu-se da sua expertise obtida na bem-sucedida carreira na Epagri, para ao usar a Tribuna da Câmara na noite de ontem, discorrer sobre a situação do abastecimento de água em Urussanga, e o trabalho do Samae
Engenheiro Agrônomo com conhecimento do tema, e após realizar uma completa avaliação sobre o quadro das inúmeras localidades do interior, das quais apresentou fotos, Renato afirmou ter encontrado pontos que requerem medidas urgentes, mas também gratas surpresas no que se refere a disponibilidade e qualidade da água em algumas regiões.
Na presença da prefeita Stela, além de secretários e diretores, ele apontou as providências necessárias, reconhecendo que a maioria das estruturas locais requer investimentos.
No momento dos questionamentos por parte dos vereadores, quando perguntado sobre o passado do serviço e a atual equipe, Renato pontuou que todos os que por ali passaram deram sua contribuição, e foi enfático ao destacar a qualificação e competência de todos os profissionais.
Ainda no momento das respostas, esclareceu um assunto muito lembrado nos bastidores, ao detalhar que uma pessoa atropelada em Florianópolis por um veículo da autarquia há vários anos, recebe hoje em torno de R$ 9 mil mensais. E confirmou que essa mesma, busca na justiça uma indenização pelo tempo que aguardou pelos primeiros valores, que pode chegar ao montante de R$ 1,4 milhão, sobre o qual ainda não existe acordo para o pagamento.
Por último, o vice-prefeito também trouxe a informação de que atualmente o Samae consegue a cada mês, dispor de aproximadamente R$ 100 mil, para investimentos. O que é pouco em face das inúmeras necessidades, mas que como deve ser, apura lucros.
Antes de concluir sua participação, Renato lembrou das soluções que os novos loteamentos exigem, bem como, do cronograma que precisa ser implantado no que se refere ao esgoto, e chamou a atenção dos edis, que ao pleitearem verbas junto aos deputados, podem ter foco nos projetos do Samae.
Renato observou que a água consumida pelos urussanguenses, graças as suas fontes e o trabalho realizado pelo Samae, é muita qualidade, mas precisa de uma atenção com relação ao futuro, esse que requer ações com perspectiva.
