A não ser que uma decisão de retorno imediato venha de Brasília, proveniente do pedido feito pelos seus advogados junto ao STJ, o que em tese pode acontecer de uma hora para outra, o prefeito afastado de Urussanga, Gustavo Cancellier (PP), e o grupo de correligionários que segue cruzando os dedos, estão agora focados no dia nove de dezembro.
A decisão que não se deu após o termino das investigações por parte da PF, e também não após os 60 dias estabelecidos pelo MPF, pode vir da reunião do TRF-4, na segunda quinta-feira do próximo mês, na qual está pautado o julgamento do retorno ao Paço, depois de aproximadamente 200 dias.