A grande expectativa depositada sobre a eleição deste ano em Urussanga, primeiro porque ela pode representar o fim desse período em que o ambiente político viveu seus piores dias, os quais denegriram a imagem própria classe, mas também inevitavelmente do município. E segundo pela entrada de dois novos partidos, podem explicar o quadro após a realização das convenções.
Cinco chapas puras e mais uma coligação, que resultam em seis candidaturas a prefeito, são aceitáveis graças a vital democracia, mas vão provocar uma reação dos eleitores que não podemos prever.
Se os munícipes aceitarão a tese de que existem seis projetos destintos de gestão focados no melhor para cidade e interior, ou avaliarão que a insistência pelo poder é que explica tantas coligações frustradas, é ainda uma incógnita.
O que já se sabe é que nesse cenário, os candidatos, coordenadores e comitês vão precisar trabalhar de forma diferente, porque cada uma candidatura tem mais cinco adversários na disputa.
Essa realidade é fruto da decisão dos líderes locais, uns com mais ou menos responsabilidade sobre como o pleito acontecerá em outubro.
