“Taliano”: MP desclassifica supostos crimes de peculato que levaram a cassação

No último dia 24 de março, o Ministério Público de Urussanga entendeu e pugnou pela desclassificação do crime de peculato para advocacia administrativa. Rozemar Sebastião, eleito pelo PDT em 2020, foi cassado na Câmara Municipal pelo suposto cometimento de dois crimes de peculato, os quais o próprio MP no primeiro momento denunciou e agora entendeu que eles não ocorreram. A defesa do ex-vereador confia que inclusive sobre os crimes de advocacia administrativa, então pugnados pelo MP, “Taliano”, deve ser absolvido, provavelmente ainda este ano. Com isso, um sinal de alerta se instala no ambiente político local, porque se os dois crimes que os edis entenderam ter sido cometidos os quais justificariam a perda do mandato, foram neste momento desclassificados pelo MP, Rozemar Sebastião pode ter sido cassado por uma decisão meramente política, o que abre um precedente muito perigoso.

Fechamento de nominadas vêm requerendo esforço

Praticamente todos os oito partidos que podem constar na urna eletrônica em outubro que se aproxima, estão fazendo um esforço máximo para fechar suas nominadas de pré-candidatos a vereador. E ideia inicial de que a mudança na lei que reduziu o número de quatorze para dez postulantes com no mínimo três mulheres, tornaria mais fácil o trabalho das siglas, não se confirmou e ainda mostrou a necessidade de uma lista formada por filiados de, pelo menos, bom potencial. Essa dificuldade de convencer os possíveis participantes da eleição proporcional encontra explicação em vários fatores, entre eles a avaliação dos eleitores sobre o poder legislativo local, que se constituiu especialmente nos últimos quatro anos. Se os dois maiores partidos mantiverem a média de três cadeiras cada, os outros três assentos serão disputados entre seis siglas, e mudanças no quadro atual são consideradas.

Johnny relata apoio a pré-candidatura

Segundo o grupo que circunda o ainda pré-candidato a prefeito do MDB, alheias as movimentações de outras siglas, as manifestações de apoio vem tomando corpo. Esses posicionamentos são de filiados, famílias tradicionalmente ligadas ao partido, empresários e lideranças políticas regionais e estaduais. Com esse respaldo que ex-prefeito recebe desda já, se confirma também, o que em Urussanga na verdade nunca deixou de ser uma máxima. Que as eleições são definidas entre as duas agremiações que protagonizam a disputa há décadas.

Rejeição se mostra muito presente na pré-campanha

Com otimismo, até é considerada a hipótese de que os aguardados planos de governo que precisam trazer propostas consistentes e desvencilhadas, possam provocar uma reavaliação por parte dos eleitores locais. Mas as pesquisas realizadas para consumo intermo até aqui apontaram que depois da preferência pelas tradicionais cores partidárias, o fator predominante entre os ouvidos surge na pergunta: “Se a eleição fosse com a participação apenas dos candidatos citados, no qual você não votaria?” Ou seja, quando é manifestada a nunca tão presente rejeição, os percentuais são altos e definidores sobre alguns dos possíveis candidatos a prefeito de Urussanga. Na avaliação de lideranças, esses números podem até indicar os nomes daqueles que só teriam espaço na posição de vice. Ao final, trata-se de um posicionamento dos que tem direito a voto que deve estar anotado na primeira linha da agenda de quem vai concorrer ao Paço.

Izolete e Rozemar confirmam desincompatibilização

Dois membros do primeiro escalão da Administração Municipal, ambos ex-vereadores, a secretária Izolete Duarte Vieira e o também responsável por uma pasta, Rozemar Sebastião, confirmam a desincompatibilização, no final deste mês. Enquanto “Lete” permanece no PP, “Taliano” agora migra para o PSDB, e com essas atitudes sinalizam que vão para o pleito de outubro. Embora sejam considerados naturais pré-candidatos na disputa do legislativo, são nomes lembrados também para a condição de vice, na chapa que já tem Odivaldo Bonetti (PP), como pré-candidato a prefeito.

Associados aprovam contas e elegem novo conselho fiscal

A Cooperativa Energética Cocal realizou na última sexta-feira (15), a Assembleia Geral Ordinária de 2024. Durante o encontro, foram discutidas diversas pautas de extrema importância para a cooperativa e seus associados. Dentre essas estavam a prestação de contas referente ao exercício de 2023, destinação das sobras, fixação do pró-labore, plano de aplicação do FATES e aprovação do plano de investimento para o período 2024, sendo que todos os itens foram aprovados por unanimidade. Os dados apresentados podem ser encontrados no Relatório Anual do Conselho de Administração, disponível no site www.coopercocal.com.br Além disso, por ter havido somente uma chapa inscrita, ocorreu por aclamação a eleição dos membros do Conselho Fiscal para a gestão de 2024 até a próxima AGO de 2025. Foram eleitos: Efetivos – Rosa Maria Albertina de Lorenzi Carrer, Valdir de Bona Sartor, Vanderlei Olivio Rosso; Suplentes – Maria Ricarda Rocha, Rogério Menezes, Dicioni Zunchete. Os novos membros do conselho terão a responsabilidade de fiscalizar e acompanhar os atos da cooperativa, garantindo o cumprimento dos deveres legais até a próxima assembleia. O presidente Altair Lorival de Melo, enfatizou a importância da participação dos associados nas decisões da cooperativa e expressou sua gratidão a todos que acreditam no poder do cooperativismo e no trabalho realizado pela Coopercocal. Ele também estendeu um agradecimento especial aos conselheiros que deixaram seus cargos e deu as boas-vidas aos novos. “Nestes últimos 10 anos a Coopercocal investiu mais de R$ 56 milhões, visando aprimorar a qualidade de energia e o atendimento. Nosso trabalho não cessa. No dia 22 deste mês, estaremos em Brasília almejando novamente mais dois prêmios perante a ANEEL. Isso não é gratificante apenas para o presidente, a diretoria e os colaboradores, mas principalmente para todos os associados. A nossa única sigla é a da Coopercocal por isso temos que estar sempre unidos”.

MDB terá bancada menor até o final da atual legislatura

Já foi destacado que não devem ocorrer surpresas durante esse período que permite a troca de partido aos vereadores, o qual teve início no último dia sete e se estende até de cinco de abril. No entanto, uma das maiores bancadas da Câmara de Urussanga, perderá um dos seus integrantes. Até o final da legislatura, o MDB seguirá com duas cadeiras, uma vez que Elson Roberto Ramos “Beto”, deixa a sigla e vai encampar outro projeto.

Johnny aponta linha de discurso no primeiro reels publicado

Ao divulgar seu primeiro vídeo na função que não desaparece após 24 horas e visa expor conteúdo considerado relevante pelo autor, o ex-prefeito, Johnny Felippe, sinaliza qual será a sua linha de discurso na campanha. Com a iniciativa, mesmo antes da aguardada reunião do MDB em que ocorrerá o anuncio do seu nome, ele mais uma vez se coloca na condição de representante da sigla. A outra conclusão é de que ele deve tratar da eleição de maneira ativa nas Redes Sociais, as quais pelo menos desde 2018, ganham a cada pleito mais relevância.

No PSD comissão é que vai tratar de possíveis coligações

Ouvido sobre o momento do PSD no que se refere as possíveis coligações, o pré-candidato, Jair Nandi, afirmou que, com certeza, até aqui tudo o que se ventila são apenas especulações. Segundo ele, ainda não houve nenhuma conversa oficial com as agremiações. “O PSD vai constituir uma comissão liderada pelo presidente Rodrigo Fontanella, somente após essa etapa será possível dizer algo a respeito”, pontuou. Sobre o clima entre PSD e MDB, Nandi foi sucinto, “cada um buscando seu espaço”.

Bonetinho já iniciou conversas com pré-candidatos

A rodada de reuniões com os interessados ou possíveis pré-candidatos a vereador do Progressistas de Urussanga e dos outros dois partidos alinhados, começou no último final de semana. O pré-candidato a prefeito, Odivaldo Bonetti e o prefeito, Gustavo Cancellier conduziram juntos esses encontros que tiveram a participação dos aproximadamente 30 postulantes a uma cadeira na Câmara ou a reeleição. No PP e nos demais grupos, o planejamento segue sendo de dez nomes, tendo entre eles, três do gênero feminino. Ao final os organizadores lembraram que entre os que estão a disposição nas três siglas, atualmente, pelo menos cinco são ex-vereadores que deixaram o MDB, inclusive ex-presidentes da Casa Legislativa, além dos suplentes que elevam esse número dos que vieram do mesmo destino. “Bonetinho” deve contar com essas três dezenas de lideranças na sua campanha.