Reunião no final de semana define retorno de Marquinhos e assessoria

Adiada pelo fato de que alguns dos entes estavam em viajem, acontece neste final de semana a reunião com cúpula do PT local, onde tratarão principalmente do retorno a Câmara do vereador Marcos Silveira, que deixou o cargo de secretário municipal de saúde recentemente, e até onde se sabe, migrará para o PSDB na janela. Ligado ao assunto estará a definição da assessoria parlamentar, sobre a qual existe até a possibilidade de Julio Bonetti não retornar. Nesse quebra-cabeça, Magaly Albino, que havia assumido o citado cargo, deve em breve ser integrada ao quadro de servidores municipais.
Magaly Albino assume a assessoria parlamentar do PT

Aconteceu na tarde desta segunda-feira (04), na Câmara de Vereadores de Urussanga, a oficialização do nome de Magaly Albino para o quadro de funcionários comissionados do Legislativo. No ato de posse, mediante indicação do Partido dos Trabalhadores (PT), o Presidente do Legislativo, Gilson Casagrande (PP), nomeou a mesma para o cargo de Assessora Parlamentar do PT. A representante de Santana, ocupou a cadeira da sigla como suplente até a semana passada.
Júlio Bonetti assume vaga no Legislativo de Urussanga

O suplente de vereador Júlio Bonetti (PT), tomou posse na tarde desta sexta-feira (1º). Ele foi empossado na vaga da também suplente Magaly Albino (PT), que solicitou licença de 120 dias para tratar de assuntos particulares. O “rodízio” entre os suplentes do partido acontece desde o mês de julho quando o vereador titular da vaga Marcos Roberto Silveira (PT), assumiu a Secretaria de Saúde do Município. O ato de posse foi homologado pelo primeiro secretário da Mesa Diretora José Carlos José (PP), em cerimônia no Plenário da Casa Legislativa. Magaly por sua vez, já confirmou que irá assumir a assessoria parlamentar da sigla.
Duas suplentes se despedem da Câmara de Urussanga

A reunião ordinária desta terça-feira (29), foi a ultima das suplentes Magaly Albino (PT) e Meri Mafra (MDB), o que faz a Casa do Povo voltar a ter somente uma representante, a vereadora Vanir Zuleima Mazzucco Cacciatori (MDB). Magaly depois de quase quatro meses e Meri após 30 dias, tomam rumos diferentes agora. Enquanto a primeira assume o cargo de assessora parlamentar do partido, a outra volta as suas atividades e ainda avalia buscar novamente uma cadeira em 2020. No Xadrez da política, Magaly deve aguardar a janela de transferência, ou seja, março do ano que vem, para trocar de partido e como já confirmou concorrer mais uma vez ao cargo de vereadora. Ainda sobre tema mulheres suplentes, segue em aberto a questão do PP com a primeira da lista na sigla, Gricelda Talamini, o qual em julho passado declinou de assumir por julgar curto o período oferecido. Informações de bastidores dão conta de que caso já no inicio de 2020, não seja sinalizado na direção da mesma, ela pode não assumir nessa legislatura.
Magaly atende o grupo, e aceita assessoria parlamentar

A suplente de vereadora do PT, acatou a solicitação do partido que ainda integra, e depois da próxima terça-feira (29), quando deixa a cadeira no legislativo, irá assumir o cargo de assessora parlamentar. Nos próximos três meses quem assume entre os nove, é o até então titular da função citada, Julio Bonetti. Magaly Albino, por sua vez deve assinar ficha com a sigla que escolheu, entre as que lhe procuram, somente na janela, em março do ano que vem. O pedido do PT, para permanência da suplente, é sinal de que o grupo embora agora pequeno pretende permanecer vivo com foco em uma participação no pleito do ano que vem.
Magaly não deve assumir a assessoria parlamentar do PT

Ao deixar a cadeira que assumiu no legislativo local em 12 de julho do corrente ano, a suplente do PT, residente em Santana, Magaly Albino, não deve assumir a assessoria parlamentar da sigla, como fora cogitado anteriormente. Em respeito ao partido de origem Magaly ainda não revela, mas as tratativas com outros grupos, dos quais em um buscará a reeleição é a principal razão dessa decisão. Na próxima terça-feira (30), a mesma deixa a Câmara Municipal e na reunião seguinte já no mês de novembro, representando o partido que está perdendo seus integrantes, estará o suplente e até a posse assessor, Julio Bonetti.
TSE toma outra direção na decisão da disputa entre Ricardo Guidi e Ana Paula por vaga na Câmara dos Deputados

A retomada do julgamento na noite desta terça-feira (22), não definiu a disputa judicial, que havia sido suspensa em agosto por pedido de vista do ministro Luís Roberto Barroso quando quatro dos sete votos eram favoráveis à causa petista, e o julgamento agora está empatado em três a três. Caberá à presidente da corte, Rosa Weber, decidir a questão. A reviravolta teve como base o voto de Barroso, que divergiu do colega Jorge Mussi, autor do relatório que fundamentou a maioria formada na sessão anterior. O caso em si não tem relação com atos de Ricardo Guidi ou Ana Paula Lima, embora afete ambos. O TSE julga se são válidos os 491 votos da candidata petista a deputada federal Ivana Laís. Ela teve o registro indeferido por não ter apresentado certidão negativa de condenações no Tribunal de Justiça. Agora a ministra Rosa Weber, presidente do TSE, constatou o empate de pediu vista para avaliar a questão. Não há prazo para a volta do caso à pauta da corte e Mussi deixa a composição na próxima sessão. O grau de importância do caso para o PT nacional estava visível no púlpito dos advogados: quem fazia a defesa de Ivana Laís, era o ex-ministro da Justiça e ex-deputado federal José Eduardo Cardozo, defensor de Dilma Rousseff (PT) no processo de impeachment em 2016.
Eleição com três candidaturas pode acontecer novamente em 2020
Um cenário semelhante ao de 2016, não é descartado para o ano que vem no pleito municipal. O desejo de mudança, contrariedade a reeleição e a busca pela renovação foram apontados de forma avassaladora em outubro de 2018, e não falta que tenha percebido isso até na escolha recente de conselheiros, que foram observadas na região. Assim como na ultima eleição, Urussanga deve contar com uma candidatura do PP, a qual levaria consigo um grupo de partidos além de entes políticos que deixaram suas siglas para encorpar esse projeto; A chapa do MDB, que pelas falas de suas lideranças não cogita concorrer cedendo a “cabeça” para outro partido, a qual pode atrair o grupo que ainda integra o PT local; E a candidatura do PSD, partido que concorreu com “chapa pura na” última eleição, e considera novamente essa possibilidade. É evidente que muitas conversas ainda irão ocorrer, e outras desde já estão sendo descartadas. Mas a disputa entre três candidatos a prefeito de Urussanga, continua sendo considerada.
A partir de agora cada vereador poderá usar somente seus cinco minutos

Até então o Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Urussanga permitia que um vereador usasse quando estivesse na tribuna a totalidade ou parte do tempo de outro. O entendimento que existia era de que o referido tempo pertencia aos partidos, e bastava a permissão de um edil para que o outro utiliza-se esse. No dia 24 de setembro deu entrada na Casa, um projeto que contou com a assinatura de sete dos nove vereadores na condição de autores. Necessitando de maioria qualificada para a aprovação, ou seja, seis votos, o mesmo foi incluído na ordem do dia da sessão de ontem com dispensa de parecer. Havia uma expectativa sobre a atitude especialmente do MDB, bancada verdadeiramente de oposição, uma vez que o PT através de sua atual representante tem se portado como se fosse da base, e o PSD se mantem no que chama de posição independente. No entanto, aparentemente não houve articulação a respeito, e até para surpresa dos que acompanham os trabalhos, ninguém votou contra. Mas tal medida. pode na opinião de alguns assíduos de toda terça-feira, fazer com que os edis que falarem de agora em diante, aproveitem ainda melhor, seus cinco minutos.
PT ainda não faz parte da Base do Governo Municipal

Foi o que ficou decidido em reunião recente da sigla local, que agora tem o seu vereador licenciado, no cargo de Secretário de Saúde. No momento em que o PT de Urussanga conta no legislativo a suplente Magaly Albino, a qual tem recebido elogios frequentes pela sua atuação simples, direta e objetiva, especialmente em prol da comunidade de Santana e imediações, de onde ela provêm, surgem indagações sobre a possibilidade do partido integrar o governo municipal. Questionada, a direção esclareceu que o convidado para compor o governo foi o vereador e não partido. Por essa razão, a suplente Magaly e outro que pode em breve vir ocupar a cadeira, devem seguir atuando em favor dos interesses da população sem submeter-se a qualquer influência. Internamente no PT, a ideia de que no período de janela, o vereador titular deve deixar a sigla, é dada como certa.