Ações proteladas por 30, 18 e 13 anos são herança impopular, mas necessária

Embora estejamos em pleno período de campanha, esses números não se referem a nenhum candidato ou partido.

Eles expressam, respectivamente, o período contado em anos em que administrações municipais de Urussanga anteriores deixaram de tratar da Planta Genérica de Valores, base do valor venal; da COSIP, referente à iluminação pública, que não pode ser deficitária; e do Recadastramento Imobiliário, ligado ao IPTU.

Não se trata de falar do passado por uma questão de bandeiras, mas essa herança precisa ser gerida agora, porque governantes evitaram ou protelaram essas ações consideradas impopulares ou que “tiram votos”.

No entanto, uma arrecadação fruto de valores condizentes com a realidade de hoje — como ocorre com qualquer bem, produto ou serviço que é constantemente atualizado — faz-se necessária para atender o próprio contribuinte.

E a cada dia, com foco na transparência e servindo-se de sistemas e tecnologia, os órgãos de controle cobram das gestões austeridade e equilíbrio fiscal.

Assim, o dilema que parece distante, lá em Florianópolis ou Brasília, se apresenta hoje aqui, no município: o quanto se está disposto a apoiar para que seja feito o certo.

Mais lidas

O acesso é gratuito, mas assinantes recebem nossos posts exclusivos direto no email. Inscreva-se!

Pague com Pix na chave
(48) 996903340 em favor de
Paulo Donizete Matias