Tarifas residenciais da EFLUL sofrem redução de 0,97%

O resultado do Reajuste Tarifário Anual da Empresa Força e Luz de Urussanga, aprovado nesta terça-feira (25), foi praticamente nulo. O efeito médio geral a ser percebido para todos os consumidores é de apenas 0,06%, sendo 0,02% para os consumidores de baixa tensão e 0,12% para os consumidores de alta tensão.O destaque fica por conta das tarifas residenciais, que sofreram redução de 0,97%. Também hoje o presidente das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), Cleicio Poleto Martins, explicou para Comissão de Economia, Ciência e Tecnologia, da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, o questionado pelos deputados, reajuste de 8,14%, na tarifa de energia elétrica no Estado. Martins disse que não havia o que fazer em função de obrigações legais cumpridas pela empresa.

Recuperação econômica tem sido mais rápida para alguns setores industriais

Conforme dados da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), a intenção de investimento alcançou 59,5 pontos, registrando aumento de 23,1 pontos desde o mês de abril. Além disso, quando comparado com o igual período do ano anterior, o mês de junho de 2020 apresenta aumento de 4,2 pontos. O Índice de Atividade Econômica Regional (IBC-R) também cresceu 4,8% em junho na comparação com maio, como mostram os dados do Banco Central. O indicador é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). Um dos setores que está contribuindo para essa recuperação, mesmo que tímida, é o segmento químico. A área de tintas, conforme o Sindicato das Indústrias Químicas do Sul Catarinense (Sinquisul), está aquecida, com tendências a se manter nessa constante para os próximos meses. Manter os empregos também foi prioridade para o segmento na região, que registrou pequena redução do quadro de colaboradores, situação que tem se restabelecido desde o mês passado. O mesmo c omportamento é observado pelo Sindicato da Indústria da Construção do Sul Catarinense (Sinduscon). “Avaliando o atual cenário, estamos otimistas com a reação a médio e longo prazo. As obras que estavam em andamento acabaram não sendo tão atingidas, o que não comprometerá os prazos de entrega e conclusão. Estão contribuindo com a retomada do setor os financiamentos da Caixa Econômica Federal, e as medidas implantadas pelo Governo Federal”, observou o presidente do Sinduscon, Mauro Sônego, também diretor da Associação Empresarial de Criciúma (Acic). A indústria cerâmica também registrou aumento na produção do mês de julho com relação ao mês anterior. A produção da capacidade instalada teve elevação de pouco mais de 20%, enquanto a produção no acumulado até julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado está 15% menor.  O segmento carbonífero também tem conseguido manter as vendas e segurar o quadro de colaboradores. Entre demissões e novas contratações, o setor manteve mais de 95% de seus postos de trabalho.“As empresas têm feito muitos esforços para manter os negócios e preservar os empregos. Os custos com absenteísmo oriundos deste momento também estão elevados. Muitas empresas ainda esperam uma nova linha de crédito do BNDES, que até o momento não saiu. A busca de crédito esbarra ainda em altas taxas de juros e muita burocracia.  Mas, mesmo diante de tantas dificuldades, estamos visualizando cenários mais otimistas e melhores perspectivas para a retomada da economia”, destacou o presidente da Acic, Moacir Dagostin. A indústria de confecção é um dos setores mais penalizados nessa crise. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados na última sexta-feira (21), na Região Carbonífera foram perdidos 1.149 postos de trabalho com carteira assinada entre janeiro e julho no setor. Quase a metade, 563, só em Criciúma. Conforme o presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário do Sul Catarinense (Sindivest), Xandrus Galli, a retomada está muito difícil. “Devido ao fechamento dos mercados de consumo em vários Estados, não chegaremos a 50% da nossa produção com relação ao ano passado, que já havia sido ruim. É um cenário crítico. Muitos negócios não cogitam entregar o que foi vendido da coleção de verão e estão encerrando suas atividades porque não tem como manter a empresa. Infelizmente, devemos sofrer muito ainda.  Para voltar ao patamar de 2019, levaremos algo em torno de cinco anos”, lamentou. Depois de voltar a apresentar saldo positivo de empregos com carteira assinada em junho, a Região Carbonífera teve novamente em julho mais admissões do que desligamentos. Com 11 dos 12 municípios obtendo saldo positivo, no mês passado houve 5.006 contratações, contra 3.794 desligamentos, o que resultou em 1.212 postos de trabalho a mais, conforme os dados do Novo Caged. O desempenho no mês passado ajudou a Região Carbonífera a diminuir a perda de empregos formais no acumulado do ano. Agora, são 1.192 postos de trabalho fechados entre janeiro e julho.

Daniel, pré-candidato, inova com avaliação via Whats, sobre o setor da agricultura local

Natural da localidade de Linha Pacheco, no interior de Urussanga, Daniel Moraes “Nel”, o qual trabalhou na agricultura até os 18 anos, vêm fazendo uso dos recursos do Whats App,  reunindo contatos de vários agricultores de diferentes regiões do município para inovando, ouvi-los sobre o que é ainda necessário se fazer pelo setor, segundo o mesmo, considerando que sempre haverá demandas, e algumas urgentes..” “Nel” afirma que pela sua ligação, entende que na Câmara é preciso olhar com muita atenção para agricultura local, levar os pleitos ao executivo, bem como, aos deputados estaduais e federais.“Venho da roça, conheço a realidade e sei que sempre existirão necessidades nesse seguimento tão importante para as famílias que vivem dela, para os moradores da cidade, que precisam dela, e para o município pela geração de riquezas”, pontuou Daniel “Nel”, pré-candidato a vereador do PSD.

Câmara mantém veto de Bolsonaro que impede reajustes salariais a servidores e reverte derrota do governo

A Câmara dos Deputados decidiu, nesta quinta-feira (20), manter o veto do presidente Jair Bolsonaro que impedia a concessão de reajustes salariais, novas contratações e progressão de carreira ao funcionalismo público nos níveis federal, estadual e municipal até o fim de 2021. O resultado representa uma recuperação do governo federal após sofrer surpreendente derrota no Senado Federal. Ontem, a casa legislativa havia decidido rejeitar o veto, o que exigiu que ele fosse analisado pelos deputados. Articuladores políticos do governo na Câmara foram pegos de surpresa. Eles conseguiram o adiamento da votação na casa, prevista inicialmente para ontem, e trabalharam na organização uma base contra a derrubada do veto ao longo do dia.A movimentação marcou a estreia do novo líder do governo na casa, o deputado Ricardo Barros (PP-PR), que acabou contando com a ajuda de outras lideranças, como Arthur Lira (PP-AL), líder do “blocão”, que se aproximou de Bolsonaro nos últimos meses, e o próprio presidente da casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Foram 316 votos favoráveis à manutenção do veto e 165 contrários. Eram necessários 257 deputados para derrubar o dispositivo. No Senado, a matéria foi derrubada por placar de 42 votos a 30. As votações referem-se às sessões do Congresso Nacional, que, em função da pandemia, são feitas separadamente nas casas, cada uma com seu sistema remoto próprio. O Ministério da Economia chegou a estimar que o congelamento de salários garantiria um fôlego fiscal entre R$ 121 bilhões e R$ 132 bilhões.

Ricardo Guidi, mais de R$ 3,6 milhões liberados para a agricultura catarinense

Através do deputado federal Ricardo Guidi (PSD), 14 cidades do estado receberam valores referentes a recursos extra orçamentários somando R$ 3.608.000,00, que já foram pagos e irão auxiliar nas atividades e aquisição de equipamentos para fomentar o setor agropecuário. O deputado reforçou a importância de fortalecer essa área que é um dos pilares econômicos de Santa Catarina. “Sabemos o quanto as atividades rurais são essenciais para nossa economia, contribuindo com muitos municípios e gerando empregos para muitas famílias. Nosso papel é olhar para todos e com a agropecuária não é diferente”, ressaltou Guidi. Ainda segundo ele, em sua maior parte esse valor será utilizado na compra de equipamentos, que proporciona modernização e expansão do setor.Entre as cidades beneficiadas neste momento estão: Armazém, Balneário Gaivota, Benedito Novo, Cocal do Sul, Fraiburgo, Grão Pará, Imaruí, Maracajá, Meleiro, Morro da Fumaça, Morro Grande, Pedras Grandes, Praia Grande e Rio Fortuna.

Ouça: Entrevista – PSDB acredita que nome de Sandrini foi bem aceito

O pré-candidato a prefeito dos Tucanos urussanguenses, Marcos Roberto Silveira “Marquinhos”, respondeu ao Blog sobre alguns questionamentos iniciais referentes ao pleito de 15 de novembro. Blog: É uma Chapa Pura para realmente concorrer? Blog: Até que ponto a deputada federal e presidente do PSDB de Santa Catarina, Geovania de Sá, influenciou nesta decisão? Blog: Quando, através de pesquisa, o partido vai avaliar a aprovação da Chapa Pura anunciada? Blog: Existem rumores sobre a possível desistência de pré-candidatos a vereador em razão do rumo que a sigla decidiu tomar, bem como de que lideranças estariam sinalizando uma reaproximação com a Chapa da situação. Como isso está sendo tratado?

Moisés e mais 13 pessoas são responsabilizadas na CPI

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Respiradores apontou a responsabilidade de 14 pessoas, entre elas o governador Carlos Moisés da Silva (PSL), pelas irregularidades na compra dos 200 respiradores artificiais pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) junto à Veigamed, que não foram entregues. As conclusões do relatório final da comissão foram apresentadas em reunião nesta terça-feira (18). A leitura da íntegra do documento levou quase cinco horas. Aprovado pelos membros da comissão, ele será encaminhado para o Ministério Público Estadual (MPSC), Tribunal de Justiça (TJSC), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Presidência da Assembleia Legislativa, Secretaria de Estado da Administração, além da Procuradoria-Geral da República (PGR), por envolver a figura do governador do Estado. O documento aponta que, com base nos depoimentos colhidos e nos documentos analisados, ficou “evidenciada a existência de inúmeras irregularidades, negligências e fraudes encontradas que podem ser verificadas desde a fase de instrução do processo de aquisição dos respiradores pulmonares até o seu respectivo pagamento”. No episódio da compra dos respiradores, o Poder Executivo estadual, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, “foi relegado ao descaso, à má gestão, à incompetência e à improbidade”, concluiu a CPI. O relatório poderá implicar em um novo pedido de impeachment de Carlos Moisés, já que o relator solicita o envio das conclusões da CPI ao presidente da Alesc visando à análise jurídica da admissibilidade da abertura de processo por crime de responsabilidade. Para Ivan Naatz, o governador “operou de forma deliberada para ocultar aos membros da CPI a sua omissão dolosa” na compra dos respiradores. Já com relação às demais pessoas responsabilizadas, a CPI concluiu que, em tese, há indícios da prática de delitos licitatórios; fraude a licitação em prejuízo da Fazenda Pública; desvio de finalidade e de verbas, e consequentemente enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, peculato e constituição de organização criminosa. “O que se viu foi um despreparo completo dos servidores públicos que cuidaram dessa compra. Não houve de nenhuma parte, de nenhum servidor, qualquer cuidado para proteger o erário público”, afirmou o relator da CPI, deputado Ivan Naatz (PL), em entrevista. “Houve demora do Estado em agir e isso foi fundamental para que os recursos se desviassem em quase 300 contas bancárias”, completou.A comissão entendeu que o empresário Samuel de Brito Rodovalho, representante comercial de uma empresa de equipamentos médicos; o advogado César Augustus Martinez Thomaz Braga, ligado à Veigamed; o representante da Veigamed Fábio Guasti; o advogado Leandro Adriano de Barros; além de Pedro Nascimento de Araújo e Rosemary Neves de Araújo, diretores da Veigamed, uniram-se para obter “vantagens financeira vantagens financeiras ilícitas à custa dos cofres públicos, em momento de afrouxamento dos controles administrativos, dada a necessidade de providências estatais urgentes por conta da pandemia “. O ex-chefe da Casa Civil Douglas Borba, conforme a conclusão da CPI, contribui, ao utilizar o prestígio do cargo que ocupava, para a contratação dos 200 respiradores pela Veigamed ao ter indicado Fabio Gausti e Leandro Adriano de Barros à SES. O ex-secretário da Saúde Helton Zeferino foi apontado pela comissão como omisso na questão, por ter, conforme o relatório, conhecimento do pagamento antecipado dos respiradores, além de ser responsável direto pela dispensa de licitação e pelo pagamento antecipado. A ex-superintendente de Gestão Administrativa da SES, Marcia Pauli, também foi omissa, na visão da CPI. Para os membros da comissão, ela praticou atos ilegais e agiu de má-fé em vários momentos do processo de compra. “Sem Márcia a fraude não teria se concretizado”, escreveu o relator. A comissão também concluiu que há indícios de materialidade e autoria de ocorrência de atos lesivos dos servidores André Motta Ribeiro, atual secretário de Estado da Saúde; Carlos Charlie Campos Maia, Carlos Roberto Costa Junior e José Florêncio da Rocha, servidores da SES que participaram do processo de compra dos respiradores. Com base em falas de Moisés em coletivas sobre a pandemia, o relatório também considera que o governador tinha conhecimento do processo de compra dos 200 respiradores, apesar de ter negado isso em depoimento por escrito à comissão de investigação da Alesc. Por isso, o relator considerou que o governador “faltou com a verdade” à CPI. Além disso, para a comissão, Moisés foi omisso, pois ignorou os alertas feitos pelo presidente do TCE a respeito das medidas que deveriam ser tomadas para evitar compras fraudulentas em casos de pagamento antecipado. “Por essas razões, os indicativos colhidos por este relator dão conta de que o Governador Carlos Moisés cometeu crime de responsabilidade, não só por faltar à verdade com esta CPI, mas ao impedir ou retardar deliberações que lhe eram de sua competência no sentido de salvaguardar os interesses da administração pública, por conta própria ou representado por seus secretários”, escreveu o relator.

Eleições 2020: Depois dos anúncios o silêncio

Quase duas semanas após o anuncio das duas chapas que historicamente rivalizaram na disputa pelo Paço Municipal, o silêncio instalado por parte de ambas vem surpreendendo especialmente aqueles que acompanham o cenário e provavelmente um percentual dos eleitores. Desde de último sábado (15), decorrem os emblemáticos 90 dias, que antecedem o pleito, esse que será o mais diferente vivido até então.Com as limitações existentes, a ferramenta que já fez a diferença nas eleições de 2018, a internet, deve ser ainda mais explorada, apenas com a ressalva de que nesta podem ser expostas opiniões, avaliações e até críticas, diferentemente de outros veículos. No que refere a Urussanga, já se conhece o nome do futuro coordenador de campanha de uma das chapas, no entanto, as estratégias, de nenhuma das duas.

CPI dos Respiradores: Relator Ivan Naatz diz que governador será responsabilizado

Nesta terça-feira (18), acontece a última reunião para divulgar o relatório final de três meses de trabalho da CPI.  O documento já está aprovado pelos membros da Comissão.   O relator Ivan Naatz apresentou a versão preliminar, dando prazo até hoje as 17h, para manifestação de todos os deputados que integram o colegiado a fim da apresentação de emendas, com supressões ou acréscimos. Uma das principais conclusões é a que responsabiliza o governador Carlos Moisés da Silva pela fraude na compra dos 200 respiradores e pagamento antecipado de R$ 33 milhões, a qual não sofreu qualquer modificação.Na nota divulgada pela assessoria da CPI com informações sobre o processo consta que a Mesa Diretora da Alesc com relação à responsabilidade do governador definiu que será enviada cópia do relatório final ao Procurador Geral da República Augusto Aras para que decida eventual investigação dos atos que envolvem o mesmo em função de sua prerrogativa de foro.

SC-442: Governador garante lançamento do edital ainda em agosto

Durante sua passagem pelo Sul do Estado na última sexta-feira (14), o Governador Carlos Moisés e o Secretário de Estado da Infraestrutura, Thiago Vieira, conversaram rapidamente com lideranças de Cocal do Sul e Morro da Fumaça sobre a conclusão das obras na SC-442. O encontro foi intermediado pelo deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT). Moisés garantiu que o edital de licitação para a obra orçada em aproximadamente R$ 10 milhões será lançado ainda no mês de agosto. “É uma grande conquista. Depois da Jacob Westrup, eu dizia que a SC-442 deveria ser o nosso foco, e está sendo. O edital está pronto, e estamos trabalhando para que o Governador venha novamente ao sul do Estado nos próximos dias para fazer este lançamento”, destacou Minotto.No trecho sul cocalense faltam 800 metros de pavimentação, enquanto no lado fumacense as obras compreendem cerca de 3,2 quilômetros, ligando na Rodovia Genésio Mazon.