TSE permitirá voto de cerca de 2,5 milhões de eleitores que não compareceram à revisão biométrica

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu temporariamente o cancelamento de títulos dos eleitores que não compareceram ao cadastro biométrico obrigatório. A medida irá alcançar cerca de 2,5 milhões de eleitores, segundo dados levantados em março, que não participaram das revisões biométricas referentes ao Provimento da Corregedoria-Geral Eleitoral (CGE) nº 1/2019, que atinge 15 estados (AC, AM, BA, CE, MA, MG, MS, MT, PA, PE, PR, RS, SC, SP e RO). Com isso, esse eleitorado estará apto a votar normalmente nas Eleições Municipais de 2020.As inscrições reabilitadas para o voto voltarão a figurar como canceladas no cadastro eleitoral quando da reabertura deste, após a realização do pleito. Isso significa que os eleitores terão de regularizar sua situação depois das Eleições Municipais de 2020.
Forquilhinha completa 31 anos de emancipação
“Num outono, mês de abril, oitenta e nove, quando a messe faz colher a plantação. Nossa terra recolheu a liberdade, da semente que brotou em nosso chão”. A semente registrada pelo hino de Forquilhinha germinou e cresceu. O município completa neste domingo, 26 de abril, 31 anos de emancipação político-administrativa. A tradicional Festa do Colono e Motorista, que aconteceria para marcar a data, foi cancelada em função da pandemia. Porém, o município tem muito a celebrar pelo seu histórico de desenvolvimento e conquistas. Conhecida como a “terra de alemão”, Forquilhinha preserva os seus costumes e tradições enquanto vive em constante evolução. Com mais de 26 mil habitantes, segundo as estimativas de 2020 do IBGE, o município permanece na busca por um crescimento sustentável e planejado. “Eu parabenizo a todos que contribuem diariamente para fazer de Forquilhinha uma cidade cada vez melhor. Em breve vamos superar este momento difícil com a pandemia que assombrou o mundo, e retomar o nosso caminho de prosperidade e desenvolvimento”, disse o prefeito Dimas Kammer.
Nandi também se mostra favorável ao corte de até 40%

Segundo o vereador Jair Nandi (PSD), no início de abril em uma reunião extraordinária da Casa foi discutido o assunto da redução de salário, e naquele momento ficou acordado que cada um dos edis faria doações sem politizar a ação, quando o mesmo e os demais foram favoráveis. Ele salienta, no entanto, que na sequência circulou na imprensa outra informação que não foi debatida com o grande grupo, o que lhe faz registrar que sempre foi favorável, porém, já havia uma decisão tomada a respeito. Finalizando afirmou que caso essa não seja a mais adequada e havendo uma necessidade de mudá-la, não vê sem problemas, pontuando, “continuo sendo favorável à redução, inclusive no percentual de 40%.”
Após decisão da Câmara, Bonetinho promete doações de 40% e prestação de contas

O vereador Odivaldo Bonetti (PP), que havia sugerido ao presidente da Casa um corte de 40% no salário dos edis durante o período da pandemia, se posicionou após a decisão da maioria tomada ontem. A informação é de que não haverá o desconto, e sim os membros do legislativo local farão doações sem a necessidade de prestação de contas. Bonetinho por sua vez afirmou “com relação à notícia de que os vereadores não aceitaram a diminuição de seus salários pra ajudar no combate ao coronavírus, tenho a dizer que meu compromisso continua sendo de doar 40% de meu salário para ajudar as famílias e/ou instituições que necessitam. Prestarei contas”.
Administração Municipal emite nota contra o que classifica como “Fake News”

No final desta manhã de quinta-feira (23), o Paço emitiu nota, que segundo o executivo visa esclarecer o que são no seu entendimento notícias falsas que estão divulgadas a respeito das decisões tomadas pela administração decorrentes da queda de receita em razão da pandemia: “Em decorrência da pandemia do novo coronavírus que afeta todo o Brasil, gerando todos os efeitos, já amplamente informados à população; Em função das dificuldades econômicas que já começam a se refletir na economia nacional, estadual e local – e que interrompe uma curva ascendente de recuperação, que se vinha conseguindo produzir nos últimos anos, com retomada na geração de empregos e de evolução das receitas públicas, em Urussanga e no Brasil; Para esclarecimento de toda a população, que está sendo alvo de um conjunto de informações equivocadas e que, através de Fake News, busca confundir, desvirtuar e atrapalhar as ações do Poder Executivo, no sentido de evitar que a comunidade urussanguense sofra, ainda mais, com as consequências da pandemia – para além das perdas e do sofrimento com a doença; A Administração Municipal de Urussanga tem a comunicar, de forma oficial e transparente, o que segue: 1 – Nenhum servidor público municipal de Urussanga terá redução de seus vencimentos em abril e nos meses subsequentes, em relação ao que receberam no mês de março. Portanto não há redução de salário para nenhuma categoria; 2 – A suspensão do reajuste salarial dos servidores que seria de 12,84% para o magistério e 4% (estimativa), depende de aprovação do projeto de lei encaminhado para os vereadores; 3 – Todo os servidores públicos municipais de Urussanga que recebem até R$ 1.600,00 (um mil e seiscentos reais), terão o reajuste mantido, bem como diretores e secretário, que atuam na Secretaria de Saúde, também não sofrerão redução de seus salários. Assim, a Administração Municipal busca coerência no sentido de socorrer quem mais precisa e valorizar quem está na linha de frente desta pandemia. 5 – Os professores não terão redução de salário (em relação ao que receberam em março), como se tenta divulgar em FAKE NEWS, através de meios virtuais, nem tampouco, haverá perdas ao plano de carreira, uma vez que o reajuste volta a ser incorporado, assim que a situação for regularizada. Dessa forma a Administração afirma, categoricamente, que não se está prejudicando ninguém; 6 – Somente os agentes políticos (cargos eletivos e comissionados) é que terão redução de seus vencimentos, em abril, em relação ao mês de março, na seguinte proporção: a) Prefeito Municipal – redução de 30% do seu salário; b) Vice-Prefeito – redução de 30% de seu salário; c) Secretários Municipais – redução de 10% do salário d) Diretores – redução de 10% de seus salários; 7 – Qualquer tentativa de desvirtuar essa situação nada mais é do que uma ação de exploração política do momento, com a intenção de privilegiar interesse pessoal de algum servidor, ou categoria, o que assume uma condição de total desconexão com o momento atual, além de configurar a falta de espírito público, que deve ser a razão maior dos que atuam como servidores municipais, ou de qualquer órgão da administração pública. Por fim a Administração Municipal de Urussanga, destaca que está comprometida com a transparência e com a necessidade que o Poder Executivo tem de focar e destinar suas ações na direção do interesse coletivo da sociedade e não de grupos, ou corporações individuais. A comunidade urussanguense precisa que todos os seus servidores públicos tenham a consciência de que o momento é de união, de pensar no coletivo e pensar no próximo que está sofrendo. Ao mesmo tempo, a Administração agradece à imensa maioria dos servidores públicos municipais de Urussanga que tem discernimento e compreende o momento angustiante pelo qual passamos e sabe que seu compromisso maior é com a população do seu município. Com fé, com solidariedade nos nossos corações e com serenidade, juntos, todos nós, comunidade unida, vamos enfrentarmos juntos esse momento de provação.” Urussanga, 23 de abril de 2020
JMDB de Urussanga afirma que teve seu Instagram hackeado

O grupo atuante de Jovens do MDB de Urussanga, denominado “JMDB”, denunciou que teve seu perfil no Instagram “hackeado” na última madrugada. Segundo os responsáveis, ali estava toda sua história, trabalho feito com muito suor e registrado. “Nós sempre zelamos o respeito com o cidadão de todos os lados. Estamos muito tristes pôr a política ter chegado nesse nível. Mesmo assim, continuaremos lutando em prol de Urussanga”, afirmou Leonardo Felippe, vice-presidente da JMDB Estadual, que complementou “Estamos tomando as medidas cabíveis para achar o responsável pelo tal ato”.
Presidentes dos partidos analisam a possibilidade de realização das eleições
Em meio as informações ainda bastante superficiais que surgem a respeito da realização do pleito, perguntamos aos presidentes ou representantes dos partidos locais – Pelo o que tem visto, acredita que as eleições municipais acontecem esse ano, serão adiadas alguns meses ou prorrogadas para 2022? O presidente do PSDB, vereador Vanderlei Marcirio “Deco”, afirmou “eu acredito que para 2022 não ficará. Porque é que é uma mudança muito grande e mexe no interesse de muita gente, uns contra outros a favor. Então nunca vão chegar a um consenso. Eu acho que só se for uma determinação do Supremo Tribunal Eleitoral. Uma coisa assim mesmo de goela abaixo muito grande. Eu acredito que tudo vai depender dos próximos dias e semanas. Tudo vai depender do que vai acontecer agora.” Já o representante do PDT e vice-prefeito, Décio Silva, observou, “eu vejo que sim. Eu acho que pandemia vai durar um pouquinho, mais em breve passará e as eleições poderão continuar. O que podem fazer é na época de eleição transferi-la para dezembro bem mais quente no momento. Também pode fazer a eleição sábado e domingo, dois dias para diminuir as aglomerações. Acho que seria uma alternativa muito boa.” “Ainda não sabemos. Temos que aguardar. Acho que deveria ser adiada. Mas não para 2022. Se tivermos eleições em outubro a disputa será muito injusta e desigual. Beneficiando com certeza, os candidatos que irão para a reeleição”, opinou o presidente do MDB, Vanderlei Olívio Rosso. Wilson Adriani Joaquim, que preside o PT, disse “acredito que as eleições serão adiadas alguns meses, com pequena chance de unificação, talvez com a possibilidade de acabar com a obrigatoriedade do voto como acontece hoje. A unificação das eleições em 2022 seria a melhor solução, mas acho que quando acontecer vai ser com a prorrogação dos mandatos dos Deputados, Governadores e presidente, isso seria mais vantajoso para eles que são os legisladores e podem se beneficiar com a mudança.” “Acredito que o TSE vai tomar essa decisão mais próximo da data para o início das eleições, até porque não sabemos ainda o quanto vai durar essa pandemia. Caso isso dure até essa data limite, acredito que terá uma grande força para a unificação das eleições”, foi o que observou o presidente do PP, Jaderson Roque. O presidente do PSD, vereador e pré-candidato, Jair Nandi avaliou dizendo, “Pela leitura feita até o momento e observando o Barroso que vai assumir em junho o Tribunal Superior Eleitoral TSE, ouvi em uma ou duas entrevistas dele enfatizando que se houver condições de fazer o treinamento de todos os técnicos haverá eleição sim. Se houver algum impedimento nesse sentido talvez uma prorrogação, não que ele tenha falado, o que eu tenho sentido de algum especialista falar no máximo, até o final do ano o que seria feito em dois turnos e onde houver. Para 2022, olhando desde câmera de deputados, senado e especialistas, eles entendem que ficaria muito difícil fazer uma eleição unificada pelo seguinte argumento: O número de candidatos que passaria de 700 mil se não me engano o número de candidatos. O foco fica só na esfera federal. Não vão focar no municipal, eles entendem que acabaria tirando um pouco o foco da eleição. Então eles entendem que esse número demasiado de cargos que estariam sendo disputados atrapalharia. Ao meu ver até o presente momento, creio sim que as eleições acontecem ainda esse ano e as pessoas devem trabalhar nesse sentido porque não há nada que aponte no contrário a não ser que surja um descontrole total da pandemia que eu quero acreditar que não deve acontecer.” As respostas são apresentadas aqui na ordem que o Blog as recebeu.
Em primeiro relatório, grupo de trabalho do TSE confirma eleições em 2020

O Grupo de Trabalho do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), criado para projetar os impactos da COVID-19 nas eleições municipais, soltou o seu primeiro relatório semanal. Nele, o grupo concluiu que, pelo menos até o momento, o pleito poderá ser realizado ainda neste ano. “À luz do calendário eleitoral vigente e considerado o período em que compilados os dados e projetados os impactos, o Grupo de Trabalho conclui que a Justiça Eleitoral, até o momento, tem condições materiais para a implementação das eleições no corrente ano”, escreveu o grupo no documento. O documento também afirma que o TSE está adotando providências para adequar as ações necessárias para a realização das eleições ao cenário atual de pandemia. Porém, afirma que está identificando semanalmente os eventos que podem impactar de alguma maneira a organização dos órgãos ligados à Justiça Eleitoral, sejam eles envolvendo o funcionamento dos Tribunais Regionais Eleitorais, além do próprio TSE, ou até mesmo logísticos, como o redimensionamento ou redistribuição de urnas eletrônicas. De acordo com o relatório, haverá uma nova formatação de testes eleitorais, que estará sob a responsabilidade da Secretaria de Tecnologia da Informação. O Grupo de Trabalho foi criado pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, que também é presidente do TSE, e é formado por outras seis pessoas. O próximo relatório deve ser divulgado na próxima segunda-feira (27).
Bonetinho comemora a definição do asfalto para Santana e sugere corte de 40% no salário dos vereadores

Após o prefeito Gustavo Cancellier revelar que recebeu no último dia sete, o posicionamento final do governo do Estado, o qual não autorizou a pavimentação asfáltica de um trecho na continuidade da SC-440–Rodovia dos Mineiros na localidade de Rio Carvão Baixo, interior de Urussanga, o que lhe fez decidir por direcionar a mesma obra para acesso Santana/Urussanga via Serrinha, e o gestor agradece-lo pela mobilização que resultou na conquista junto ao então na época deputado federal João Paulo Kleinübing, que resultou na emenda de R$ 1 milhão, receita que vai viabilizar a descrita ação, Bonetinho comemorou a definição aguardada desde seis de novembro de 2018, quando o edil anunciou em uma Sessão Itinerante da Câmara realizada naquela comunidade. Lembrando da também pavimentação que liga o Centro ao Rancho dos Bugres, parte inicial da Rodovia dos Imigrantes, que se deu com a devolução de R$ 800 mil feita pelo legislativo quando o presidiu, essa que pleiteou o foi atendido pelo executivo para referida aplicação, Odivaldo Bonetti falou por fim da situação delicada em que se encontram os municípios com a queda na arrecadação. Embora seja ainda só uma sugestão da qual irão tratar na tarde desta terça-feira (21), ele informou que levou ao conhecimento do atual presidente da Casa a proposta de um corte de 40% no salário dos vereadores até seja superado o período da pandemia.
Entrevista: Prefeito de Urussanga responde sobre as medidas que visam economia

Com repercussão da live e por consequência do post feito aqui detalhando as medidas que segundo o prefeito de Urussanga, Gustavo Cancellier, visam fazer uma economia inicial e necessária para atravessar esse momento em que já é evidenciada a queda na arrecadação, o Blog questionou o mesmo sobre os pontos mais discutidos nas Redes Sociais, bem como os que vieram via WhatsApp. Blog – O reajuste dos servidores será cancelado ou suspenso? Gustavo – Encaminharemos para a Câmara de Vereadores de Urussanga, o projeto de lei que suspende o reajuste, nesse momento. Não haverá prejuízo para o Plano de Carreira do Magistério e tão logo, passe os efeitos nocivos da pandemia, todos passam a receber os valores do reajuste, que ainda não começou a ser pago. Nenhum servidor terá redução dos vencimentos que recebeu em março, exceto os que estiverem em cargos de comissionados. A medida é necessária e importante para que possamos manter serviços essenciais, como saúde, por exemplo, que nesse momento precisa de muito investimento. Blog – Nas redes sociais alguns munícipes sugerem que o senhor deveria dispensar cargos de confiança desnecessários na opinião desses, ao invés de suspender o reajuste. Entende que teria o mesmo resultado? Gustavo – Desde o início da nossa administração temos o menor índice de cargos de confiança de toda a região da AMREC. Em fevereiro deste ano, conforme foi publicado em um portal de notícias de Criciúma, tínhamos uma das menores estruturas de cargos de confiança da região, e isso reduziu mais ainda. Hoje temos apenas três secretários. Se reduzir mais o pessoal de primeiro escalão quem vai responder por obras, saúde e educação? Nós sempre estivemos no limite mínimo de cargos. Está não é uma medida que desejávamos tomar, mas é necessária. Além disso serão reduzidos os salários do prefeito e do vice, em 30%, dos secretários e diretores em 10%. Todos nós vamos fazer sacrifícios em favor da nossa população. Blog – Não faltam avaliações no meio, sobre o fato de que essa medida é impopular, e pode prejudica-lo politicamente, caso busque a reeleição. Gustavo – Paulo, acredito que algumas estão explorando politicamente a situação atual. Estamos lidando com a vida das pessoas. Precisamos entender que as decisões que nós gestores temos que tomar envolvem pais e mães que precisam sustentar seus filhos e que estão ficando sem emprego. Vamos ter um aumento muito grande de gente pedindo auxílio para comer, dar remédio para seus filhos, para poder pagar a conta de energia e de água. Aliás esse é outro problema que temos que resolver, o abastecimento está ficando complicado pela falta de chuvas. Pensar em uma decisão que seja orientada pelo aspecto político é de uma irresponsabilidade e mesquinharia muito grande. Vemos pessoas explorando esse momento para ter ganhos políticos. Isso não é cristão. É lamentável. Tomamos as medidas para garantir atendimento à população. Todos os dias recebemos pedidos de ajuda porque alguém perdeu o emprego, tem casos de mais de um por família. Não é ora de política. Não é ora de olhar para si próprio. É ora de olhar pro lado e dividir o peso da cruz que todos teremos de carregar. Blog– Em valores, qual é o tamanho da queda na receita estimada de imediato? Gustavo – Nós prefeitos somos orientados pela FECAM, diariamente, a respeito do desempenho da economia e das receitas financeiras do governo do estado e do governo federal. Além disso Santa Catarina e o Brasil estão juntos, tendo que gastar bilhões de reais no combate à pandemia. De onde saem esses recursos? Dos repasses que farão. Hoje, a orientação que temos da FEACM e do próprio governo do Estado é de que a receita caia entre R$ 600 e R$ 700 mil reais, de imediato. Nossas medidas de economia devem gerar um resultado mensal em torno de R$ 350 mil, ou seja, a metade do que cairá a receita.