Câmara de Urussanga autoriza financiamento de R$ 14,5 milhões com o compromisso do executivo de devolver R$ 4,5 milhões

Na noite em que Casa Legislativa urussanguense recebeu talvez o maior número de munícipes que se tem registro, foram a plenário uma emenda que buscava a redução do financiamento para R$ 5 milhões, apresentada pela oposição, um parecer de inconstitucionalidade vindo da Comissão Constituição e Justiça (CCJ) e por último o projeto que poderia autorizar o executivo a contratar o financiamento da modalidade FINISA, junto a Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 14, 5 milhões. Desde o dia 02 do deste mês quando chegou à Câmara de Vereadores com pedido de tramitação em Regime de Urgência o qual já não foi aprovado, aconteceram na mesma casa uma reunião para explanação sobre a destinação dos valores e obras prioritárias promovida pelo executivo, e uma Sessão Extraordinária convocada pelo presidente da mesa, Odivaldo Bonetti, que não contou com quórum. Ontem com o compromisso firmado entre o prefeito municipal Gustavo Cancellier e o vereador do MDB, Vanderlei Marcirio “Deco”, para a devolução de R$ 4,5 milhões, foi formada a maioria simples necessária para aprovação do referido projeto, o qual vai resultar então na entrada de R$ 10 milhões no caixa do município, frente ao montante concluído pelo Planejamento Estratégico de aproximadamente R$ 32 milhões, os quais seriam necessários para realização de todas as obras elencada no citado estudo. Ao final da longa reunião onde alguns dos presentes, felizmente poucos, demonstraram não saber se comportar em um parlamento, dizendo-se mesmo assim satisfeito, o prefeito Gustavo ressaltou a presença da população e o papel dos vereadores, citando especialmente edil de oposição Vanderlei Marcirio, que com o seu voto permitiu a aprovação. “Antes do que nada vamos aprovar os R$ 10 milhões e vamos colocar essa cidade pra frente”, frisou o prefeito. “Deco”, do MDB, que firmou o compromisso com prefeito da devolução dos R$ 4,5 milhões, para votar favorável ao projeto explicou sua posição afirmado que desde o início foi favorável por entender a importância e necessidade das obras apontadas. E ressaltou que uma vez que o prefeito concordou com a redução para R$ 10 milhões, valor que o edil entende não comprometer o erário do município. “Nosso comércio e a nossa indústria estão tão passando um momento terrível e quem sabe está aí a solução pra nós alavancar”, reiterou o vereador de oposição, que fez também questão de dizer que o prefeito assumiu esse compromisso com a população. Jair Nandi do PSD, que lançou o parecer da CCJ a qual preside de inconstitucionalidade, o qual foi derrubado em plenário, esclareceu que se pautou na própria Lei Orgânica concluindo que deveria tratar-se de Lei Complementar, mas como a Casa é soberana e entendeu de maneira diversa e o projeto seguiu para votação. Na votação que definiu a aprovação do projeto de financiamento, a vereadora Vanir Mazzucco Cacciatori do MDB se absteve e os edis Jair Nandi do PSD e Elson Roberto Ramos, também do MDB e eleito pelo PT, Marcos Silveira, foram contrários e vencidos.
R$ 9 milhões do financiamento destinados para o Anel Viário, ponto mais discutido do projeto que será aprovado hoje na Câmara

Diferentemente da Área Industrial tão citada ao longo dos últimos anos, o Anel Viário que a atual administração trouxe à tona neste momento, surpreendeu muitas pessoas ao ser apontado como umas das prioridades, principalmente por corresponder a aproximadamente 62% do valor total financiado de R$ 14.5 milhões. Nos corredores do legislativo, entre as lideranças políticas, formadores de opinião e empresários locais, o entendimento é que esse pode ter sido o ponto que gerou o maior questionamento quanto ao valor do pretendido pelo executivo. Isso porque na opinião de alguns dos acima citados, vários fatores colocam a referida obra sob avaliação; como a que trecho de aproximadamente quatro quilômetros não leva até as áreas que poderiam ser atraentes; o fluxo hoje existente não justifica o investimento, o qual poderia ser substituído apenas por uma estrada inicialmente; o fato de que o próprio projeto é antigo e requer adequação; além de que a Área Industrial que também aparece na destinação de parte do financiamento fica exatamente na direção contrária. No primeiro momento alguns dos edis reagiram com ralação ao valor total do compromisso que executivo quer contrair, no entanto, foi apresentado um conjunto de obras as quais foram elencadas pelo planejamento estratégico da administração que somam mais de R$ 30 milhões, o que depois apontou para a possibilidade do não direcionamento desse montante R$ 9 milhões para o Anel Viário, sendo cogitada uma nova relação de prioridades. Foram lembrados neste momento até os problemas na condução de obras públicas, que são crônicos infelizmente em todo território nacional, e infelizmente em Urussanga não é diferente, inclusive na atual gestão. Prova disso é a revitalização da Praça Anita Garibaldi, onde a dificuldade com a fiscalização e conclusão se reflete. O executivo foi convidado por este Blog a se pronunciar sobre os apontamentos até aqui descritos, mas não respondeu. O que se sabe, é que o referido projeto será aprovado hoje, e o quinto voto necessário foi confirmado pelo vereador Vanderlei Marcirio (MDB). Segundo o mesmo, o presidente do seu partido sugeriu a concordância com R$ 7 milhões, mas o edil entendeu que R$ 10 milhões é um valor cabível, e vai solicitar que o gestor municipal, assine um documento se comprometendo em devolver a diferença. A decisão de “Deco“, deve fazer com que outros votos sejam favoráveis, porque uma vez obtida a maioria necessária para aprovação, mesmo alguns dos contrários irão acompanhar a decisão para se livrar do ônus que imaginam adquirir junto aos eleitores, caso insistam nas suas posições.
Câmara de Içara mantém parecer de inconstitucionalidade de projeto sobre nomeação a função pública

A impossibilidade de vereadores ocuparem cargo, função ou emprego que seja exonerável na administração pública direta ou indireta não vai à votação. O Projeto de Emenda à Lei Orgânica protocolado pelo vereador Israel Jorge Rabelo (MDB) teve o parecer de inconstitucionalidade mantido por 9×5 nesta segunda-feira (22). Na lista de votos em acordo com o entendimento jurídico de assimetria com o Estado e a União se incluíram inclusive alguns dos autores, Antônio de Mello e Laudelino Calegari, ambos do MDB. “Cabe a nós legislar sobre a não ocupação de cargo por vereador no Poder Executivo”, defendeu Israel. Para ele, a Constituição não veta o projeto municipal. Além disso, o teor atende os anseios da comunidade. “É preciso mais clareza no processo eleitoral”, avaliou o presidente Alex Ferreira Michels (PSD). ” Não é oportunismo, mas uma oportunidade para que outras pessoas também possam exercer o mandato”, contrapõe, por vez, Lauro Nogueira (PT). “Não precisa ter projeto nenhum. É só recusar o convite do prefeito”, argumenta ainda Rodrigues Mendes (MDB).
Vereador quer saber quanto a prefeitura gastou com os “meios de comunicação”

Na tão aguardada sessão ordinária da câmara de vereadores de Urussanga, que acontece na noite de amanhã, chegará o Requerimento nº 64/2018, de autoria do vereador Elson Roberto Ramos (MDB), que solicita o envio de expediente ao Poder Executivo Municipal, para que o mesmo informe ao Poder Legislativo os valores gastos com todos os tipos de “meios de comunicações”, rádios, jornais e outdoors, contratados no período de 01/01/2018 a 22/10/2018.
Entrevista: Comandante Moisés afirma que não é sombra de Bolsonaro e nega aliança com o MDB

Na entrevista concedida pelo candidato do PSL ao Governo do estado ao SBT Meio-dia desta segunda-feira (22), Comandante Moisés reforçou que está preparado para assumir o estado. Quando indagado sobre a onda Bolsonaro, ele foi enfático e disse que sente que o povo aposta nele. Pelo menos esse é o que ele sente quando encontra seus eleitores nas ruas pelo estado. Moisés disse que tem ouvido as lideranças da indústria e comércio para compreender as intenções de cada segmento do governo. Eu questionei o candidato se o eleitor votava nele por convicção, ou apenas para apoiar Bolsonaro. Também lembrei que agora ele precisa de maioria para vencer, fiz isso para perguntar sobre possíveis apoios, como o do MDB. Segundo ele, nunca houve conversas com dirigentes partidários. Só o tempo vai dizer. O MDB adora apoiar quem está no poder. Gostei quando ele falou que também tem ideias e pensamentos diferentes de Bolsonaro. A principal bandeira de sua campanha é enxugar a máquina pública para tirar os recursos necessários para investir na segurança pública. O candidato falou da possibilidade de rever os investimentos em saúde, educação e segurança para aplicá-los de uma forma mais inteligente e que traga retorno para o estado. “O estado pode gastar menos e melhor”, disse o Comandante. Ainda sobre a diminuição do estado, Moisés estimou que vai reduzir os cargos comissionados a mais de 1000, dos 1400 que existem hoje, e redução das secretarias em 50%. O candidato falou ainda dos cargos em duplicidade que existem nas secretarias e que enxugar estes cargos já aliviariam o estado. Moisés disse que não tem como prioridade privatizar nenhuma empresa pública e reiterou que os boatos que saíram sobre este assunto são “fake news”. Moisés não pretende privatizar Casan e Celesc. No entanto, o candidato do PSL, não explicou com detalhes como vão ser os cortes. Falou muito sobre a vontade de acabar ou fundir algumas secretarias, principalmente as regionais, mas, mas não me deixou satisfeito com relação a este governo enxuto que pretende fazer caso eleito. O Ponto importante, que quero destacar, é a reforma administrativa que o candidato cogitou e que pretende enviar para Alesc, antes mesmo do fim do ano. A ideia é reformar a administração do governo já a partir de janeiro. Achei interessante, quero saber como os deputados vão reagir. Sobre a agricultura, Moisés defendeu que os investimentos devem aumentar, sendo que o setor agrícola representa 29% do PIB do estado. Sobre o assunto, o Comandante disse que pretende aliar a tecnologia à produção do campo, para facilitar a vida do produtor. Eu fiz questão de questionar o candidato sobre a agricultura, que sempre aparece como destaque nas campanhas eleitorais, mas que hoje fica com apenas 2,67% da arrecadação total do estado.
Lei torna obrigatório hasteamento e exposição da Bandeira Nacional e execução dos hinos do Brasil e do Município em Siderópolis

Já está em vigor a Lei nº 2.290 que torna obrigatório o hasteamento e exposição da Bandeira Nacional e a execução dos hinos do Brasil e do município nas escolas públicas e privadas da cidade e nas repartições públicas. A mesma, proposta pelo executivo, teve aprovação dos vereadores e traz todas as recomendações para seu cumprimento. “Temos que resgatar o civismo e o amor à Pátria. Os atropelos do cotidiano fizeram com que se perdessem valores importantes para a construção de cidadãos e Siderópolis quer trazer tudo isso de volta”, argumentou o prefeito Hélio Cesa. Com oito artigos, o texto prevê o culto obrigatório à bandeira e aos Hinos Nacional, da Bandeira e do Município. Nas repartições públicas é opcional a execução do hino, mas a bandeira deve ser hasteada no início e descerrada no final do expediente. Nas escolas municipais, uma vez por semana deverá ocorrer o hasteamento das bandeiras do Brasil, do Estado e do Município, sempre acompanhado da execução do Hino Nacional e Hino de Siderópolis. Em todos os dias letivos as bandeiras devem ser expostas e recolhidas no final das atividades. Uma vez por mês o Hino à Bandeira também deverá ser executado durante o hasteamento. Nas escolas estaduais a execução dos hinos é opcional. Ainda de acordo com a Lei, o responsável pelo cumprimento será o diretor do estabelecimento de ensino. O município deverá ainda dar auxílio às escolas, concedendo bandeiras e dispositivos sonoros com os Hinos Nacional, Municipal e Bandeira.
Governo Eduardo Pinho Moreira é desaprovado por 45%, diz Ibope

A última pesquisa Ibope divulgada pela NSC Comunicação neste fim de semana revela que 45% dos eleitores consultados desaprovam o governo Eduardo Pinho Moreira, enquanto 35% o aprovam e 20% não souberam avaliar. Entre os que o reprovam, 48% são homens entre 35 e 44 anos, têm ensino superior, renda com mais de 5 salários mínimos (46%) e são evangélicos (46%).
Moro é homenageado pelo 62º Batalhão de Infantaria de Joinville

Sergio Moro trabalhou em Joinville como juiz da 3a Vara Federal. Foi entre os anos de 1999 e de 2002. Neste domingo ( 21), o magistrado, que virou o símbolo de combate à corrupção no país pelo trabalho na Operação Lava Jato, foi homenageado na comemoração de 100 anos do 62º Batalhão de Infantaria (BI) de Joinville.
“O MDB agora está no segundo time”, afirma Marun

Acostumado a ser o partido do poder, que se adapta a qualquer governo, o MDB do presidente Michel Temer já está se preparando para ficar fora do Palácio do Planalto. “O MDB agora está no segundo time”, disse o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, após lembrar o fiasco da legenda nas urnas, no primeiro turno das eleições. Há quatro anos, o MDB elegeu 65 deputados federais. Agora, porém, a bancada caiu quase pela metade e, no rastro da alta impopularidade de Temer, ficou com 34. No Senado, o presidente do MDB e líder do governo, Romero Jucá (RR), não conseguiu nem mesmo renovar o mandato. Na avaliação do ministro, ao entrar para a segunda divisão, o MDB não será mais protagonista da cena política e, em 2019, ficará ao lado dos “balzaquianos”, partidos que têm cerca de 30 parlamentares, “uns mais, outros menos”. “Houve uma destruição da política. Quem sobreviveu? Quem tinha radicais ao seu lado, Lula e Bolsonaro. Quem não tinha foi levado pelo tsunami”, argumentou Marun, citando o ex-presidente Lula, preso pela Lava Jato, e os candidato do PSL. O mapa das urnas indica que as maiores bancadas da Câmara serão as do PT e do PSL, mas grandes partidos ainda tentam atrair “nanicos” para ampliar suas fileiras.
Pesquisa: Comandante Moisés lidera com 16 pontos percentuais
Isso é o que mostra a primeira pesquisa Ibope desta etapa final da disputa, encomendada pela NSC Comunicação. O levantamento foi realizado entre 16 e 18 de outubro e tem margem de erro máxima de três pontos percentuais para mais ou para menos. Na pesquisa estimulada, Moisés foi citado por 51% dos entrevistados, enquanto Merisio foi a escolha de 35%. Brancos e nulos somam 9% e outros 6% estão indecisos. Levando em conta apenas os votos válidos, quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos, o candidato do PSL tem 59% contra 41% do concorrente do PSD. Os votos válidos são os que os tribunais eleitorais consideram para os resultados oficiais da votação.