Volta para a câmara o projeto que visa baixar a escolaridade exigida dos diretores municipais

O executivo municipal de Urussanga depois de não conseguir em dezembro passado, aprovar o referido projeto na sua integra, uma vez que o votado na época pelos vereadores recebeu emendas que impedem a admissão para o cargo de confiança das pretendidas diretorias de pessoas que sejam apenas “alfabetizadas“, ou seja, que saibam apenas ler e escrever, envia a Casa Legislativa uma nova versão do mesmo, acrescido do seguinte texto:

Comprovação Nível de Ensino: O titular deverá apresentar, no prazo de até 6 (seis) meses após a posse, comprovante de matrícula e trimestralmente apresentar atestado de frequência da instituição de ensino afim de concluir o ensino fundamental.

Continua causando estranheza a alguns edis a insistência da administração municipal, pois refere-se aos futuros contratados para o cargo, como se já conhecesse a condição de escolaridade dos mesmos. Além do fato de que a atual gestão é sem dúvida nenhuma a que mais reitera nos últimos tempos o discurso sobre a qualificação profissional dos urussanguenses com falas sobre o propósito da instalação de uma faculdade na cidade.

De diferente o referido projeto traz consigo em destaque a possível mudança de posição no momento do voto de alguns vereadores de oposição.

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Paulo Donizete Matias